Gazeta de S. Paulo

FONTE:CLIMATEMPO Ribeirão Preto 10° 22° Campinas 8° 19° Ubatuba 11° 18° São Paulo 8° 17° Registro 6° 18° Presidente Prudente 6° 19° Araçatuba 8° 20° Dia de sol,com nevoeiro ao amanhecer. Nuvens à tarde, mas sem chuva. Noite firme. Tempo ensolarado, com nevoeiro ao amanhecer.Noite de céu limpo. Dia de sol,com nevoeiro ao amanhecer.As nuvens aumentam no decorrer da tarde. mín 8° máx 17° mín 8° máx 18° mín 10° máx 22° HOJE: AMANHÃ: SEXTA: Previsão para Capital Rodízio Capital Não podem circular na cidade de São Paulo das 7h às 10h e das 17h às 20h veículos com placas final: HOJE: AMANHÃ: 5 e 6 7 e 8 Nos fins de semana não há rodízio Valor da multa é de R$ 130,16 Tempo Sol Poucas nuvens Nublado Chuva rápida Chuva Piracicaba 8° 20° PAULO SOUZA Diretor Gráfico SERGIO SOUZA Diretor Presidente ROBERTO SANTOS Diretor Comercial NELY ROSSANY Jornalista Responsável Jornal Gazeta de S. Paulo é uma publicação da empresa Jornal Gazeta SP Ltda - CNPJ: 04.735.364/0001-70 . Fundado em 29/06/1999 . 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Editor Responsável - Nely Rossany editor@gazetasp.com.br Capital - Aline Fonseca cidades@gazetasp.com.br Fotografia - Thiago Neme fotografia@gazetasp.com.br Comercial - Roberto Santos comercial@gazetasp.com.br Administrativo - Joana Brolese joana@gazetasp.com.br Faturamento - Theo de Paula theo@gazetasp.com.br Distribuição - Daniel Villaça Souza daniel@gazetasp.com.br Gráfica - Paulo Villaça Souza paulo@gazetasp.com.br Telefone - 11. 3729-6600 Site - www.gazetasp.com.br FALE COM A GAZETA Jornal Associado: Edição digital certificada: Edição impressa auditada: “Um jornal independente é um jornal onde a sua missão é levar à tona as informações que lhe são conferidas, não se vendendo aos interesses partidários e políticos, sempre focado emum único objetivo - informar corretamente os seus leitores. O Leitor emprimeiro lugar”. Sergio Souza Fundador DANIEL SOUZA Diretor Responsável MARCELO BARROS Diretor - Vale do Ribeira ALEXANDRE BUENO Diretor - Litoral e Vale do Paraíba Serviços A2 QUARTA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2018 (11) 3729-6600 editor@gazetasp.com.br www.gazetasp.com.br @gazetasp1 facebook.com/gazetasp No geral, as alfaces estão sendo comercializadas em boa qualidade e tamanho padrão no Cinturão Verde da Grande São Paulo, que inclui cidades como Mogi das Cruzes, Suzano e Ibiúna S e o verão é sinônimo de abundân- cia de frutas, grãos, leite e carne bovina, o inverno é a temporada de verduras e legumes. Clima seco e temperaturas amenas são a com- binação ideal que garante alta produtivida- de das folhosas. Com ajuda da tecnologia que garante água e nutrientes na dose certa, a fartura na roça está garantida. O problema é que o consumo cai, justamente no mo- mento de maior produção. E esse desequilí- brio entre oferta elevada e baixa procura se reflete nos preços aí na cidade. É a velha lei de mercado... No geral, as alfaces estão sendo comer- cializadas em boa qualidade e tamanho padrão no Cinturão Verde da Grande São Paulo, que inclui cidades como Mogi das Cru- zes, Suzano e Ibiúna. O tomate salada longa vida segue se desvalorizando em todo o País, chegando a patamares abaixo dos custos de produção. Mas, a expectati- va é que os preços reajam em breve, uma vez que grande parte das lavouras em safra já foi colhida, e a maturação para as próximas semanas deverá ser mais gradual em regiões como Mogi Guaçu (SP) e Araguari (MG). Além disso, muitos produtores de Sumaré (SP) encerraram a safra no final de junho. Grande produtora de cenoura nesta época do ano, a região de São Gotardo (MG) vem despejando legume na Ceagesp, fazen- do o preço despencar no atacado. A caixa de 29 kg da cenoura “suja” ficou 28,10%mais barata na virada do mês. Só na última semana de junho, os preços da cebola caíram 33, 1% em relação à semana anterior no atacado de São Paulo, devido à maior oferta do produto. Atacadistas estão comercializando bulbos do Triângulo Mi- neiro, Bahia, Piedade (SP) e Cristalina (GO). Sendo que grande parte comercializada na Ceagesp é de origens mineira e goiana. Ouro verde. O Brasil produzirá 58,04 milhões de sacas de 60 kg de café nesta safra, cuja colheita começou emmaio e se estende até setem- bro. Isso significa que 36% de todo o grão consumido no mundo nos próximos meses será colhido aqui. Distribui riqueza. A área da cafeicultura que está em produção neste ano no Brasil é equivalente ao tama- nho de 1 milhão 880 mil campos de futebol. A produtividade média será recorde, segun- do o 2° Levantamento da Safra de Café da Conab. Quatro cantos do País. A produção da variedade arábica atingirá 44,33 milhões de sacas e a de café conilon será de 13,71 milhões de sacas. O arábica é mais nobre, com sabor mais requintado, enquanto o conilon é mais forte, geralmente utilizado nos blends (mistura de grãos). Como acontece há décadas, parte dessa riqueza irrigará a economia santista nos próxi- mos meses. Golaço! O Instituto Butantan acaba de patentear nos Estados Unidos o processo de produção de uma vacina contra a dengue. O produto está na última fase dos testes em humanos para que o imuni- zante possa ser disponibilizado à população. Além de garantir visibilidade internacional ao projeto, a conquista pode significar uma inversão da lógica terceiromundista de sempre importar dos países desenvolvidos tecnologias na área da saúde. ‘Admirável. Um grupo internacional, com a participação de pesquisadores vinculados à Unicamp conseguiu extrair de umminério de ferro comum, como os explorados por tantas mi- neradoras no Brasil, ummaterial chamado hemateno, que tem alguns poucos nanô- metros (da bilionésima parte do metro) e propriedades fotocatalíticas incomuns. Mundo novo’. Traduzindo: a descoberta poderá revolucio- nar a geração de energia solar no Planeta, uma vez que os fótons geram cargas negati- vas e positivas dentro de poucos átomos da superfície. Inverno seco e ameno derruba preços de verduras e legumes na Ceagesp * Nilson Regalado, é jornalista e produtor rural no Estado de Minas Gerais. REPÓRTER DA TERRA Nilson Regalado COLABORADOR ARTIGO Nilto Tatto COLABORADOR D ois Projetos, duas visões diametralmente opostas acerca da produção agrícola brasi- leira. De um lado o famigerado PL do Vene- no (6299/02), de autoria do então deputado Blairo Maggi, um dos líderes da bancada ruralista, que retornou à pauta de debates na Câmara. De outro o PL 6670/16 que também começou a tramitar na Casa, que institui o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos. Note, leitor, que de 2003 a 2015, durante os gover- nos LULA e Dilma, este que é conhecido como o PL do veneno permaneceu parado, na gaveta. Agora a banca- da ruralista que tem o ilegítimo governo Temer como refém, aproveita o momento para reapresentá-lo, em contraposição ao Projeto de Lei 6670/16, que institui o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos. Enquanto a bancada ruralista tenta aprovar um Pro- jeto que, na prática, coloca mais veneno na produção agrícola brasileira, a socieda- de se mobiliza para reduzir progressivamente a utiliza- ção de produtos químicos na plantação, através deste PNARA que propõe, também, ampliar a oferta de insumos de origem biológica e natu- rais, que contribuem para a defesa da saúde e susten- tabilidade ambiental com a produção de alimentos saudáveis Outras medidas são previstas pelo Programa Nacio- nal de Redução de Agrotóxicos, como registro regular de agrotóxicos; revisão das penalidades para seu uso inadequado e suas embalagens; proibição desses pro- dutos nas proximidades de moradias, escolas, recursos hídricos, áreas de proteção ambiental e de produção agrícola orgânica; banco de dados para monitoramento da eficiência agronômica, seus efeitos adversos, ocorrên- cias de intoxicações. Enfim, o PNARA propõe um conjunto de medidas de redução do uso de agrotóxicos, em defesa da saúde pública e preservação ambiental. O PL do veneno vai no sentido oposto. Os ruralistas alegam a intenção de aumentar a produtividade agrícola para alimentar o mundo. Mas esquecem que, por conta de muitos dos produtos químicos que querem utilizar aqui, dezenas de países deixarão de adquirir nossa produção agrícola. Será preciso desenhar isso para esses senhores?? Projeto para a vida e outro para o veneno * Nilto Tatto, é deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Alagamento causado por intensas chuvas de monção em Mumbai, na Índia, nesta terça-feira; estes incidentes meteorológicos são frequentes na Ásia entre julho e agosto; no Japão as enchentes e os deslizamentos causados pelas chuvas já mataram mais de 100 RAFIQ MAQBOOL/ASSOCIATED PRESS IMAGEM DO DIA CHUVAS INTENSAS CAUSAM ALAGAMENTOS NA ÁSIA Entre julho e agosto as chuvas no continente asiático sãomais intensas e costumamdeixar centenas demortos emilhões de desabrigados na região DocuSign Envelope ID: 2E182CE9-D46B-4FC5-ABB9-89397460B635

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