18 de junho de 2019

A2 gazetasp.com.br TERÇA-FEIRA, 18 DE JUNHO DE 2019 PAULO SOUZA Diretor Grá co SERGIO SOUZA Diretor Presidente ROBERTO SANTOS Diretor Comercial NELY ROSSANY Jornalista Responsável Jornal Gazeta de S. Paulo é uma publicação da empresa Jornal Gazeta SP Ltda - CNPJ:  .€‚ƒ.‚„ /†‡€ . Fundado em // . Circulação: Nacional e no Estado de São Paulo . Periodicidade: Diária . Preço/Exemplar: R$ Ž, / Balcão: R$ Ž, . São Paulo: Rua Tuim 101, A - Moema, São Paulo - SP - CEP  ƒ† ‡† - Fone/ Fax: —††˜ ‚€Ž™‡„„ . Representantes emBrasília: —„†˜ ‚‚Ž†‡‚  . Tiragem por edição: .šƒ exemplares . Agências de Notícias: Agência Brasil (AB), Estadão Conteúdo (EC), Folhapress (FP). Matérias assinadas e opiniões emitidas em artigos são de responsabilidade de seus autores. 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Sergio Souza Fundador DANIEL SOUZA Diretor Responsável MARCELO BARROS Diretor - Vale do Ribeira ALEXANDRE BUENO Diretor - Litoral e Vale do Paraíba (11) 3729-6600 editor@gazetasp.com.br comercial@gazetasp.com.br @gazetasp1 facebook.com/gazetasp instagram/gazeta.sp youtube/gazetasp 11. 94350-4753 Ribeirão Preto Campinas Ubatuba São Paulo Registro Piracicaba Presidente Prudente Araçatuba HOJE: AMANHÃ: Não podem circular na cidade de São Paulo das 7h às 10h e das 17h às 20h veículos com placas final: Nos fins de semana não há rodízio. Valor da multa é de R$ 130,16. AMANHÃ: QUINTA R esolução do Conselho Nacio- nal de Trânsito (Contran) publi- cada no Diário O¯icial da União desta se- gunda torna facultativo o uso de simulador de direção veicular no processo de for- mação de condutores, para a obtenção da Carteira Nacio- nal de Habilitação (CNH). As novas regras preveem, ainda, redução de 25 para 20, no número de horas-au- la práticas nas autoescolas, para a categoria B da CNH. No caso da categoria A, se- rão necessárias pelomenos 15 h/aula. Emambos casos, pelomenos 1h/aula terá de ser feita no período notur- no. Para condutores de ci- clomotores, a carga horária mínima será de 5h/aula. As D Simulador de direção veicular em ação; ministro disse que as mudanças ajudarão a desburocratizar processo de formação ZANONE FRAISSAT/FOLHAPRESS Uso de simulador para CNH será facultativo RESOLUÇÃO DO CONTRAM. As novas regras preveem, ainda, redução de 25 para 20 no número de horas -aula práticas nas autoescolas, para a categoria B da CNH medidas começama valer no prazo de 90 dias. Emabril, durante reu- nião do Contran que de¯iniu as novas regras, ominis- tro da Infraestrutura, Tarcí- sio Gomes de Freitas, disse que as mudanças ajudarão a desburocratizar etapas do processo de formação do condutor. “As decisões fo- ram fruto demuita re¸lexão e estão sendo tomadas com toda responsabilidade”. Na oportunidade, ele ar- gumentou que o simulador não teria e¯icácia compro- vada. “Ninguém conseguiu demonstrar que isso tem importância para formação do condutor. Nos países ao redor domundo, ele não é obrigatório, empaíses com excelentes níveis de segu- rança no trânsito também não há essa obrigatorieda- de. Então, não há prejuízo para a formação do condu- tor”, disse. De acordo comominis- tro, amedida visa reduzir a burocracia na retirada da habilitação. Ele disse que a decisão vai estimar uma re- dução de até 15% no valor cobrado nos centros de for- mação de condutores. (AB) 3 e 4 5 e 6 SEXTA: 15° 29° 15° 26° 17° 27° 15° 25° 15° 25° 15° 27° 19° 29° 18° 30° Sol Poucas nuvens Nublado Chuva Chuvoso Solcomalgumas nuvens. Nãochove. Solcommuitas nuvensduranteo dia.Períodosde nublado,comchuva aqualquerhora. Nubladopelamanhã, comgaroa.Tardede solcomdiminuição denuvens.Noitecom muitanebulosidade. 16º 26° 16º 24° 14º 20° C orpus Christi é uma expressão cujo signi¯ica- do é o Corpo de Cristo, em celebração à Eu- caristia, instituída por Jesus durante a Santa Ceia. Relata Matheus que Cristo encontrava- -se sentado à mesa e cercado de seus apósto- los quando tomou o pão e o abençoou, partiu e distri- buiu o mesmo aos seus discípulos, dizendo: “Tomai e comei, isto é o meu corpo”. Depois, tomou um cálice e, dando graças, teria dito aos apóstolos: “bebei dele to- dos vós, pois isto é o meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança”. A partir de então, a Eucaristia é celebrada por católi- cos emmemória de Jesus pelos quatro cantos do plane- ta Terra. Para compreender a simbologia desta prática, é preciso entender que ao comer a “carne de Jesus” e beber “seu sangue”, cada um estaria preenchendo seu interior com a vida, já que, nas palavras de Cristo, sua carne e seu sangue são verda- deiros alimentos que permi- tem viver em Cristo e permitir Cristo dentro de si. Para os católicos não há dúvida de que Cristo é o amor, e que ser preenchido por Ele é, na verdade, estar repleto deste amor. Nesta semana, pratica- mente todos os municípios brasileiros celebram o Corpo de Cristo, ou seja, o amor de Cristo em cada um de nós: amor por nós mesmos; amor ao próximo e por toda criação. Faço essa observação para me contrapor ao clima de vingança e ódio que tem permeado parte da sociedade nos últimos tempos, até porque o Brasil é o maior país católico do mundo e com grande presença de evangélicos. Por isso, lembro às amigas e amigos que buscam o autoconhecimento, o desenvolvimento espiritual e uma convivência harmoniosa com seus semelhantes, que o Corpus Christi pode ser um bommomento para esta re¸lexão. Se há uma mensagem de amor e esperança escrita na Cruz, que pode ser lida no atual contexto social e político por cristãos e ateus, seu conteúdo foi expres- so em uma das mais belas cartas do Papa Francisco endereçada ao presidente Lula: “o Amor vencerá o ódio no ¯inal, o bem vencerá o mal, a verdade vencerá a mentira e a Salvação vencerá a condenação”. Assim seja. Assim será. *Nilton Tatto é deputado federal pelo PT por São Paulo. ARTIGO Nilton Tatto COLABORADOR Assim Seja A s eleições municipais de 2020 aproximam-se a galo- pe, enquanto o eleitorado ainda sente náuseas como sintoma da profunda ressa- ca causada pela ingestão de blend ba- tizado com os doces aromas e sabores da propalada HORA DA MUDANÇA. Mal estar consubstanciado na fermentação de ingredientes que prometiam o sepul- tamento da “velha política” por outro modelo de gestão da coisa pública, mas que não foi além da construção de uma “nova retórica”. Em 2016, 53% dos prefeitos que bus- caram a reeleição não lograram êxito, índice que possui imensas condições de ser superado no próximo ano. Tal circunstância vem sendo incubada pelos novos ad- ministradores impregnados de paradigmas arcaicos, crentes que pavimentação de vias e zeladoria de espa- ços públicos permanecem como os grandes cabos eleitorais de ontem, hoje e amanhã. Pouco ou nada avançou em questões estru- turantes, que dessem conta em adequar a demanda re- presada por anos de cresci- mento vegetativo e quase nenhum grau de planejamento governamental. As cidades são organismos vivos, que pulsam e prosperam, mas que também podem morrer. Tal como os indivíduos que buscam a pro¯issionalização para ascenderem ¯inanceiramente no decor- rer de suas vidas, as cidades também necessitam procurar uma vocação que as permita edi¯icar uma identidade econômica vigorosa. Portanto, varri- ção de ruas, pintura de guias, poda de árvores, carpina de mato, coleta de lixo, iluminação pública e implantação de asfalto fazem parte do escopo básico da atribuição da municipalidade. Em uma escala de zero a dez, signi¯i- caria uma nota dois no argumento que justi¯icaria mais quatro anos de man- dato. A boa prestação de serviços nas áreas da educação, saúde, transporte, segurança e habitação atingiria uma avaliação de nível quatro. Porém, o de- bate fundamental na disputa pelo con- trole dos executivos municipais estará ancorado nos dilemas que envolvem o futuro das cidades. A evolução das re- des sociais desmontaram as narrativas demagógicas com conteúdo reducionis- ta. Os arautos dos “vamos melhorar a saúde”, “iremos investir em educação”, “não toleraremos a corrupção”, terão imensas di¯iculdades de triunfo. Em 2020 ocorrerá a eleição mais politizada dos últimos trinta anos, marcada por fortes embates baseados nas singularidades locais. Será o mo- mento consagrador para aqueles que detêm a capacidade de formulação de propostas e visão inovadora, ancorada em conteúdo real, factível e honesto. Nesse cenário, as pesquisas mais importantes serão aquelas que possuam a capacidade de evidenciar tendências e potenciais, em contraposição às que apontam meramente na direção da intenção de voto ou rejeição dos postulantes. ção de material com estética de agência. Chega- mos ao momento em que sai de cena o personagem e adentra ao palco o ser humano. As pesquisas qualitativas, monitora- mento de redes, análise de conteúdos e estudos em bases secundárias (microtar- geting) farão parte do leque de instru- mentos imprescindíveis na estruturação das campanhas. Em outros termos, se- jam bem-vindos ao maravilhoso mundo da política, onde o marketing não passa de mero ator coadjuvante. Daqui em diante, a taxa de sucesso diminuirá signi¯icativamente para os candidatos que buscarem esconderijos por detrás de slogans, fotos de estúdio e produção de material com esté-tica de agência. Chegamos ao momento em que sai de cena o personagem e adentra ao palco o ser humano. *Nilton Cesar Tristão é cientista político e diretor do Instituto Opinião Pesquisa e GovNet. Eleições municipais de : faltam dias ou semanas! Em 2020, ocorrerá a eleição mais politizada dos últimos trinta anos, marcada por fortes embates baseados nas singularidades locais. Será o momento consagrador para aqueles que detêm a capacidade de formulação de propostas e visão inovadora, ancorada em conteúdo real, factível e honesto ARTIGO Nilton Cesar Tristão COLABORADOR DocuSign Envelope ID: D85ACEEB-09D4-4121-80BC-FDB9E734E9E1

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