SP muda programa e cria espaços para refeições de 15 mil pessoas por dia

Atualmente, o modelo funciona com a retirada de marmitas em pontos espalhados pela cidade

Principal alteração prevê a criação de espaços fixos para consumo das refeições, ampliando a estrutura de atendimento

Principal alteração prevê a criação de espaços fixos para consumo das refeições, ampliando a estrutura de atendimento | Marcelo Pereira/Secom

A Prefeitura de São Paulo anunciou mudanças na Rede Cozinha Cidadã, programa que distribui cerca de 15 mil refeições gratuitas por dia à população em situação de vulnerabilidade.

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A principal alteração prevê a criação de espaços fixos para consumo das refeições, ampliando a estrutura de atendimento.

Atualmente, o modelo funciona com a retirada de marmitas em pontos espalhados pela cidade. Com a reformulação, os beneficiários poderão se alimentar no próprio local de distribuição, em ambientes estruturados para oferecer mais conforto e segurança.

Programa atende mais de 40 pontos na cidade

Criada durante a pandemia de Covid-19, a Rede Cozinha Cidadã conta hoje com mais de 40 pontos de distribuição e parceria com cerca de 75 restaurantes credenciados, responsáveis pela produção das refeições.

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Cada unidade oferece, em média, 200 marmitas por dia, distribuídas no período da tarde. O programa atende tanto moradores de comunidades quanto pessoas em situação de rua.

Segundo a gestão municipal, a mudança busca qualificar o atendimento e transformar o momento da alimentação em uma experiência mais digna, indo além da entrega de comida.

Além do impacto social, o programa também movimenta a economia local ao priorizar pequenos e médios restaurantes como fornecedores.

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Política de combate à fome

A Rede Cozinha Cidadã faz parte de um conjunto de ações da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional, que inclui iniciativas como Rede Cozinha Escola, Cidade Solidária, Bom Prato Paulistano e Armazém Solidário.

Com a reformulação, a prefeitura pretende ampliar o alcance e melhorar as condições de atendimento para a população em situação de vulnerabilidade na capital.