Suspensão de linha de ônibus gera polêmica

De acordo com o Conisud, o cancelamento da linha 282, da Viação Miracatiba, que liga Juquitiba ao Terminal Tietê, na zona norte de SP, prejudica moradores da Grande SP

O cancelamento da linha prejudica moradores das cidades de São Lourenço da Serra, Itapecerica, Embu das Artes e Taboão

O cancelamento da linha prejudica moradores das cidades de São Lourenço da Serra, Itapecerica, Embu das Artes e Taboão | Jackson Souza Leite/Ônibus Brasil/Reprodução

Na última sexta-feira (6), o Consórcio Intermunicipal da Região Sudoeste da Grande São Paulo (Conisud) discutiu com representantes das oito cidades o cancelamento da linha 282, da Viação Miracatiba, que liga Juquitiba ao Terminal Tietê, na zona norte da Capital.

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O cancelamento da linha prejudica moradores das cidade de São Lourenço da Serra, Itapecerica da Serra, Embu das Artes e Taboão da Serra, uma vez que o itinerário passa por todas essas cidades, servindo muitas vezes como ligação intermunicipal, além, claro, de ser uma alternativa viável ao Terminal Tietê.

Com o apoio da secretária Executiva, Brígida Sacramento, e das Câmaras Municipais dos oito municípios do Conisud, os representantes deliberaram ações práticas emergenciais para manter ou adequar a linha.

Segundo apurou o “Portal O Taboanense”, a linha será cancelada porque a prefeitura de São Paulo cancelou as autorizações ou permissões que a linha tinha para operar. A situação deve afetar outras 11 linhas intermunicipais que saem de cidades da Grande São Paulo e tem como destino final capital paulista.

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Em Juquitiba, o Departamento de Turismo estará colhendo assinaturas para um abaixo-assinado a partir do dia 11, às 4h, na rodoviária de Juquitiba com os usuários da linha 282. A lista para assinatura estará disponível também no departamento de Turismo do município.

Além da linha 282, também não poderão circular em São Paulo a partir do dia 2 de maio, as linhas 029 Taboão da Serra (Jardim Monte Alegre) – São Paulo (Pinheiros) e 009 Embu-Guaçu (Vila Louro) – São Paulo (Santo Amaro).

Em nota ao “Portal O Taboanense”, a EMTU/SP informou que estuda as consequências da portaria da Prefeitura de São Paulo e que fará um balanço detalhado dessas mudanças.