Referência mundial de surfe: a vila brasileira onde é preciso atravessar um rio para chegar à praia

Na Guarda do Embaú, em Palhoça (SC), uma antiga comunidade de pescadores cresceu com o turismo e ganhou reconhecimento internacional pelas ondas e pela paisagem natural. Foto: Reprodução

Quem chega à Guarda do Embaú encontra primeiro o Rio da Madre. Entre a vila e a praia, o curso d’água precisa ser atravessado para chegar à faixa de areia. Foto: Reprodução

A travessia leva poucos minutos. Depois do rio, a praia se abre diante dos morros cobertos pela Mata Atlântica, enquanto a foz concentra uma das características que fizeram da Guarda um dos pontos de surfe mais conhecidos de Santa Catarina. Foto: Dvulgação/Jean Lindemute

A rotina da comunidade já foi bem diferente. Durante boa parte do século passado, os moradores dependiam principalmente da pesca e da agricultura. Foto: Dvulgação/Jean Lindemute

Segundo o ICMBio, a comunidade reúne aproximadamente mil habitantes e, até a década de 1980, essas atividades formavam a base da economia local. O turismo ganhou espaço gradualmente, acompanhando a chegada de novos visitantes. Foto: Divulgação/Renato Hortsmann

Foi a partir da década de 1970 que os surfistas começaram a descobrir as ondas da região. A notícia circulou entre os praticantes e, pouco a pouco, a vila passou a receber pessoas que vinham atrás do mar. Foto: Divulgação/Renato Hortsmann

O movimento trouxe novas hospedagens, comércio e serviços, enquanto o surfe se tornou parte da identidade da Guarda do Embaú. Foto: Divulgação/Jean Lindemute