O vereador e candidato à reeleição Zico Bacana (PODE-RJ) disse ter sido vítima de tentativa de homicídio. Ele foi baleado nesta segunda-feira, no bairro Marechal Hermes, zona norte do Rio. Duas pessoas morreram no tiroteio.
O parlamentar, que foi atingido de raspão, prestou depoimento à Polícia Civil durante três horas.
“O que aconteceu foi realmente tentativa de homicídio. Eu não posso dizer pra você da onde veio, da forma que aconteceu. Foi muito rápido. Vários disparos que foram efetuados”, disse Bacana em entrevista à “TV Globo”. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da cidades, e os agentes fazem diligências na manhã desta terça-feira para tentar identificar os autores do ataque.
O carro do vereador foi alvejado por cerca de 15 disparos de fuzil. Além dele, outras quatro pessoas foram baleadas – duas morreram. Bacana foi levado ao Hospital Carlos Chagas, local em que foi atendido e liberado.
Logo após o tiroteio, a assessoria de imprensa do parlamentar disse que parecia se tratar de “um atentado, em circunstâncias estranhas”.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da cidades, e os agentes fazem diligências na manhã desta terça-feira para tentar identificar os autores do ataque.
CPI
O policial militar Jair Barbosa Tavares, o Zico Bacana, é citado na CPI das Milícias, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Ele é apontado como integrante de um grupo organizado que atua nas favelas da Palmeirinha e da Eternit ,em Guadalupe, na zona norte do Rio de Janeiro.
