Você lava demais o rosto? Isso pode estar piorando a sua pele
Conheça o efeito rebote, quando a pele produz mais óleo do que o necessário
Entre os sinais associados ao excesso de oleosidade estão coceira, irritações, aparecimento de cravos, espinhas e, em casos mais severos, cicatrizes.
Em resposta, o organismo intensifica a produção de óleo como forma de defesa.
Recomendação é lavar o rosto duas vezes ao dia, com produtos adequados ao tipo de pele; texturas em gel ou espuma são preferíveis por promoverem a limpeza sem agredir.
Hidratar a pele, mesmo a oleosa, é outro cuidado essencial; hidratação adequada ajuda a manter a integridade da barreira cutânea e colabora para o controle natural da oleosidade.
Como evitar? A orientação dos especialistas é clara: menos pode ser mais; evitar sabonetes abrasivos, tônicos com álcool e adstringentes muito potentes é o primeiro passo.
Cuidado exagerado com a limpeza da pele, especialmente em peles oleosas ou mistas, pode ter o efeito contrário ao desejado: aumentar a produção de sebo.
Cuidados adicionais - uso diário de protetor solar é indispensável, inclusive em dias nublados ou frios; exposição solar em excesso pode estimular ainda mais a produção de sebo, agravando o quadro.
Embora mais comum em pessoas com tendência à oleosidade, o efeito pode atingir todos os tipos de pele, inclusive as secas, caso os cuidados adotados não sejam adequados.
Tratamentos mais intensivos, como o uso de ácidos - salicílico, glicólico, azeláico ou retinóico - devem ser acompanhados por um dermatologista.
Protetores solares livres de óleo e fragrâncias são os mais indicados para evitar obstruções dos poros.
Já a esfoliação física, quando feita com frequência ou de forma agressiva, pode causar irritação e piorar o quadro de oleosidade.
A duração do efeito rebote varia de acordo com o grau de ressecamento provocado e a sensibilidade da pele. Fotos: Pexels
Com uma rotina de cuidados adequada, os primeiros sinais de melhora costumam surgir entre duas a quatro semanas.