Porsche 911 GTS híbrido de R$ 1,2 mi acelera em 3s e chega ao Brasil

Um dos destaques da nova geração é o Carrera GTS, o primeiro 911 equipado com sistema híbrido

Inicialmente, mercado brasileiro recebe oito versões do carro produzido na Alemanha

Inicialmente, mercado brasileiro recebe oito versões do carro produzido na Alemanha | Divulgação

A nova geração do Porsche 911 Carrera acaba de desembarcar no Brasil. Inicialmente, o mercado brasileiro recebe oito versões do carro produzido na Alemanha:

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  • 911 Carrera Coupé a R$ 930 mil
  • 911 Carrera Cabriolet a R$ 980 mil
  • 911 Carrera T Coupé a R$ 980 mil
  • 911 Carrera T Cabriolet a R$ 1,04 milhão
  • 911 Carrera GTS Coupé a R$ 1,18 milhão
  • 911 Carrera GTS Cabriolet a R$ 1,23 milhão
  • 911 GT3 a R$ 1,46 milhão.
  • 911 GT3 Pacote Touring a R$ 1,46 milhão

Um dos destaques da nova geração é o Carrera GTS, o primeiro 911 equipado com sistema híbrido, batizado de T-Hybrid, herdando os turbocompressores da geração anterior do GTS.

Sistema

O sistema T-Hybrid, aplicado às variantes Carrera GTS Coupé e GTS Cabriolet (conversível), tem um motor elétrico instalado entre o compressor e o rotor da turbina que acelera automaticamente o turbo, criando pressão de sobrealimentação.

O recurso do turbo elétrico dispensa a válvula de alívio e permite o uso de apenas uma turbina em vez das duas anteriores, garantindo entrega de potência mais dinâmica. O motor elétrico funciona
também como gerador.

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O sistema inclui um motor síncrono de ímã permanente integrado à nova transmissão PDK, com dupla embreagem e 8 velocidades. Mesmo em marcha lenta, ele apoia o motor a combustão com torque
adicional de até 15,5 kgfm e potência extra de até 40 kW (54,6 cavalos).

Dois motores

A Porsche acopla os dois motores elétricos a uma bateria de alta tensão leve e compacta, com tamanho e peso correspondentes a uma bateria convencional de 12 volts, que armazena até 1,9 kWh de energia e opera com 400 volts.

Já o motor a combustão é um boxer (de cilindros opostos) de 3,6 litros. Em comparação ao antecessor, ganhou 600 cm 3 de cilindrada, por meio da adoção de cilindros com 9,7 centímetros de diâmetro e 8,5 centímetros de curso.

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O motor tem controle de comando de válvulas VarioCam e acionamento de válvulas com balancins. A tecnologia de alta tensão permite que o compressor do ar-condicionado seja acionado eletricamente, eliminando a transmissão por correia, tornando o propulsor mais compacto.

Isso criou espaço acima da unidade de potência para o inversor de pulso e o conversor DC-DC. Mesmo sem assistência elétrica, o boxer entrega 357 kW (485 cavalos) e 58,1 kgfm de torque. No total, a potência do sistema é de 398 kW (541 cavalos) e 62,2 kgfm.

O novo 911 Carrera GTS supera o modelo anterior na aceleração de zero a 100 km/h, agora feita em três segundos, com máxima de 312 km/h.

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A letra “T” no Carrera representa “Touring”, remontando à homologação do 911 T como carro de turismo
em 1968. O 911 Carrera T retornou em 2017, posicionado entre o Carrera e o Carrera S.

É movido pelo motor 3.0 boxer biturbo de seis cilindros, com 290 kW (394 cavalos) e torque de até 45,9 kgfm, acoplado à transmissão manual de 6 marchas e à tração traseira.

Nas reduções de marchas, uma função de aceleração intermediária (“auto- blip”) pode ser selecionada para compensar as diferenças de velocidade entre o motor e a caixa de câmbio, evitando a necessidade de se fazer o “punta-taco” (acelerar e frear ao mesmo tempo, usando apenas o pé direito).

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Com o Pacote Sport Chrono, o Carrera T Coupé acelera de zero a 100 km/h em 4,5 segundos (o conversível, em 4,7 segundos), com velocidade máxima de 295 km/h (293 km/h no Cabriolet).

Já o novo 911 Carrera GT3 é equipado com motor boxer aspirado de 4,0 litros, com 375 kW (510 cavalos) e
45,9 kgfm. A potência foi alcançada por meio de uma série de medidas de otimização.  As cabeças dos cilindros foram revisadas e os eixos de comando, mais afiados (vindos do 911 GT3 RS), proporcionando desempenho aperfeiçoado em faixas superiores de rotação.

Tanto a transmissão de dupla embreagem de 7 marchas (PDK) quanto a manual GT de 6 velocidades têm relação final de transmissão 8% mais curta em comparação com as do modelo anterior.

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O “bólido” acelera até os 100 km/h em 3,4 segundos com a PDK e atinge máxima de 311 km/h (com a manual, é em 3,9 segundos e 313 km/h, respectivamente).