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Grande São Paulo

Cidade de Taboão da Serra conquista prêmio de combate à tuberculose

Em Taboão, cerca de 95% dos pacientes passam por atendimento nas Unidades de Saúde e conseguem a cura contra a doença Da Reportagem De São Paulo

dothCom Consultoria Digital

Publicado em 01/10/2018 às 22:18

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As ações realizadas pela Secretaria de Saúde de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, no tratamento a pacientes diagnosticados com tuberculose, fez com que o município ganhasse mais um prêmio de combate à doença. A Secretaria de Saúde do Estado estipula como meta, para todas as cidades, que eles atinjam um índice superior a 85% no tratamento contra a tuberculose.

Em Taboão, aproximadamente 95% dos pacientes passam por atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), e conseguem a cura contra a doença.

Esse índice fez com que o município conquistasse, no dia 27 de setembro, mais um prêmio no Fórum Estadual de Tuberculose, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. “Somos um dos ganhadores do grupo A que identificou mais de cem casos em 2017 e que conseguiu pelo menos 85% de cura nos casos descobertos. Taboão bateu os 95% e por essa taxa de cura e o conjunto de todas as ações desenvolvidas conquistamos mais esse prêmio”, disse a secretária de Saúde, Dra. Raquel Zaicaner.

São diagnosticadas com a doença aproximadamente 120 pessoas por ano em Taboão da Serra. “O ranking é construído baseado em critérios como a busca ativa de casos para diagnosticar a enfermidade precocemente e a supervisão feita na aplicação dos medicamentos, entre outros parâmetros. A soma dessas ações é que levou Taboão a ganhar o prêmio se destacando entre os demais municípios da região”, explicou o coordenador municipal da Vigilância Epidemiológica, Dr. Milton Parron.

Segundo a Secretaria de Saúde de Taboão, as pessoas que são diagnosticadas com tuberculose passam por um tratamento com duração de seis meses, realizado em todas as UBSs do município.

Quem opta por tomar a medicação diariamente nas UBSs, sob supervisão de um profissional de saúde, recebe cestas básicas. “O ideal é tomar os antibióticos sempre acompanhado pelo especialista, por isso a prefeitura oferece esse incentivo para que os pacientes não desistam do tratamento”, ressaltou Dra. Raquel Zaicaner.

É importante lembrar que, além do tratamento contra a doença, os pacientes também passam por testagem para detecção do vírus HIV, que caso positivo pode agravar a doença.

As UBSs disponibilizam medicamentos gratuitos para as pessoas que têm caso confirmado da enfermidade.

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