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Foto: reprodução/Instagram

Reggae à vista

Acantora Rihanna, 31, revelou que seu novo álbum será focado no estilo do reggae. Em entrevista ao caderno de moda do jornal norte-americano The New York Times, a cantora deu detalhes sobre a nova produção que, por enquanto, deve se chamar "R-9".

"Até agora está como R9, graças à Navy [nome dado aos fãs da cantora]. Eu estou prestes a chamá-lo assim, porque eles me assombram com esse 'Quando o R9 vai sair?' Como vou aceitar outro nome depois de terem colocado esse na minha cabeça?", disse.

Questionada sobre uma possível parceria com Lady Gaga e com o rapper Drake, a cantora negou, mas deixou claro que não ignora a ideia.

Não gostou. Diego Maradona, 58, não gostou do tratamento que recebeu no documentário dirigido pelo britânico Asif Kapadia, que conta a história do ídolo argentino, sobretudo a passagem dele pelo Napoli. O craque tirou essa conclusão somente pelo título: "Diego Maradona - Rebelde, herói, vigarista e Deus". O ex-jogador disse que nem vai ver o filme. Ele também não compareceu à estreia do longa no Festival de Cannes. Ele justificou essa ausência devido a dores no ombro. "Eu não gosto do título, então se eu não gostar do título, não vou gostar do filme, não vou, não gosto do nome", afirmou em entrevista à emissora americana Univisión. O argentino também criticou a postura dos produtores do filme. "Eu joguei futebol e ganhei meu dinheiro correndo atrás da bola, não contei a ninguém, se eles querem atrair o público assim, eles estão errados."

Lançamento. O cantor Luan Santana, 28, gravou seu sexto DVD durante um megashow em Salvador no último domingo. Três anos após seu último trabalho, o músico classifica o atual projeto como o mais ambicioso em 11 anos de carreira, tendo um palco de cem metros de extensão e um público de mais de 20 mil pessoas. Intitulado "Viva", o novo trabalho tem 17 músicas, sendo 12 inéditas, e marca a volta de Luan às grandes plateias. Pelo menos no que diz respeito à DVDs, o músico vem de dois lançamentos mais intimistas, o acústico (2015), que reuniu de 2.000 a 3.000 pessoas, e o "1977" (2016), gravado sem público. "Foi um ano para criar todo o projeto. A ideia inicial era fazer um show menor, no Parque Lage, no Rio, para cerca de 300 pessoas. Mas Luan achou que precisava de mais público, o que levou a adaptações até a ideia final: uma apresentação desse tamanho em Salvador", conta a produtora musical. (FP)

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