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Muita gente tem ideias preconcebidas na hora de decidir ter um pet, como o tamanho ou a raça do animal
Muita gente tem ideias preconcebidas na hora de decidir ter um pet, como o tamanho ou a raça do animal
Foto: ALLASEREBRINA

Escolher um pet vai muito além do tamanho

A escolha deve estar ligada à disponibilidade de tempo que o futuro tutor terá para o bicho e não se deve esquecer do impacto da chegada do novo membro nas finanças da família

Geralmente, ao optar por ter um animal de estimação na família, as pessoas possuem algumas ideias preconcebidas. Muitos que moram em apartamentos, por exemplo, buscam por cães pequenos e, preferencialmente, por raças conhecidas por latirem pouco. Contudo, a decisão de ter um pet em casa envolve questões que vão muito além do tamanho.

Para a comportamentalista canina Renata Lima, do Bangalô Dog Hostel, o porte não deve ser fator determinante na hora de escolher o cachorro ideal, mas sim a disponibilidade de tempo do futuro tutor e o quanto a pessoa pode alterar sua rotina em prol do bem-estar de todos.

"Independentemente da raça, os cachorros precisam ter uma rotina estabelecida, que inclui, ao menos, uma caminhada pela manhã e outra à noite. Entretanto, se for uma raça que tenha maior predisposição para atividade física, como um Pastor Alemão ou um Jack Russel, a pessoa precisa ter em mente que ela terá que se dedicar mais ao animal", explica.

Outra questão importante a analisar são as expectativas. "Muita gente quer que o bichinho fique tranquilo quando está sozinho para não ter problemas com os vizinhos, por exemplo. Mas, quando a pessoa está em casa, ela não treina o cão para ficar sozinho, quer ele grudado. Portanto, certamente, este cachorro vai latir, chorar, quando a pessoa estiver fora."

Vale lembrar ainda que ter um animal envolve custos, fixos e extraordinários. Assim, antes de decidir ter um bichinho, analise todas as situações e lembre-se que é um amor e, responsabilidade, que vai durar ao menos 10 anos.

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