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Foto: Lilia Cabral / FOTO: João Miguel Júnior

Globo promove evento on-line contra o racismo

O assassinato de George Floyd em 25 de maio, que escancarou o racismo da polícia dos Estados Unidos e gerou uma onda de protestos que se espalhou por várias partes do mundo, levou a direção da Globo a promover um evento sobre problemas sociais. Ontem, segunda-feira, dia 29, por meio de videoconferência, executivos da casa e algumas vozes importantes sobre questões raciais, como Luana Génot e Heloisa da Costa, além de atores como Caio Blat, Tony Ramos, Betty Faria, Lilia Cabral e Wendell Bendelack, discutiram o tema com roteiristas de todas as áreas da emissora. A mobilização contou com mais de 500 pessoas. O encontro também teve como finalidade orientar autores e colaboradores em relação ao que fazer e não fazer dentro dos seus campos de atuações para que programas, séries e novelas possam ir além do repúdio e do não racismo. Mesmo diante dos obstáculos impostos pelo momento atual, entre eles o distanciamento social, a Globo entendeu como importante abordar o assunto, em função de tudo o que aconteceu, após a morte de Floyd, e no instante em que se ensaia a volta às atividades normais.

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Marcou data. Em mensagem enviada ao elenco de "Amor Sem Igual", foi informado que as gravações serão retomadas em 10 de agosto. Os detalhes dessa volta e os protocolos de cuidados serão conhecidos nos próximos dias.

Elegância. Glenda Kozlowski, sem entrar em detalhes, usou as mídias sociais para comunicar o seu desligamento do reality esportivo "Uma Vida, Um Sonho". O compromisso dela era com a empresa LCA Entertainments & Sports. Nada com o SBT.

Novo caminho. A propósito da Glenda, existem fortes comentários de que poderá comandar a TV do Flamengo. Fala-se que o convite foi feito. Ela é rubro-negro e essa iniciativa pode ser um caminho. E um campo a mais para os profissionais.

Desperdício. Assim como William Waack e Monalisa Perrone, Evaristo Costa foi uma das principais contratações da CNN Brasil. O seu aproveitamento, no entanto, não compensa o investimento. Ficar limitado a voz de documentários é quase nada. Não justifica.

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