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Amanda destaca que alimentação feita em casa deve seguir regras rígidas para não fazer mal aos animais
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Foto: AMANDA GODOY / ARQUIVO PESSOAL

33% dos animais de estimação engordaram durante a quarentena

Estudo ouviu 1 mil tutores de cães e gatos nos EUA e apurou também que 40% deles estavam alimentando mais seus animais com petiscos e guloseimas

A combinação de mais petiscos e menos caminhadas resultou em ganho de peso para muitos animais de estimação na quarentena. Segundo pesquisa realizada pela Wakefield Research para o Banfield Pet Hospital, 33% dos pets engordaram no período de isolamento social.

O estudo ouviu 1 mil tutores de cães e gatos nos EUA e apurou também que 40% deles estavam alimentando mais seus animais com petiscos e guloseimas, desde o início da quarentena.

Por outro lado, 44% disseram que o surto do novo coronavírus fez com que se sentissem mais responsáveis e atentos ao pet, sendo que 41% contataram o veterinário durante a quarentena, seja pessoalmente ou por meio de telemedicina.

No Brasil, não há números oficiais sobre o ganho de peso dos pets durante o período de isolamento social. Entretanto, muitos veterinários também notaram um número maior de animais com sobrepeso nos consultórios. "No nosso hospital percebemos um aumento de 15% no número de pacientes com sobrepeso ou mesmo já apresentando obesidade", declara Caroline Mouco, diretora do VET Popular.

Entre os problemas que a obesidade pode acarretar para os pets estão diabetes, doenças respiratórias, cardiovasculares, além de problemas ortopédicos, devido ao excesso de peso.

Assim, na primeira suspeita de engorda do pet, o melhor a fazer, diz Caroline, é procurar um médico veterinário para que o profissional, junto com o tutor, observe a rotina do animal e faça os ajustes necessários, observando o manejo alimentar e de exercícios.

(Gladys Magalhães)

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