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Larissa Alvarenga
Larissa Alvarenga
Foto: reprodução Instagram

Presente e essencial na pandemia

Em 24 de março de 2020, em todos os telejornais, a manchete foi praticamente a mesma: "começou a quarentena em nosso país, com o fechamento dos serviços considerados não essenciais". Uma experiência que o mundo inteiro começava a viver, diante de um mal desconhecido. Passado quase um ano, com muitas vidas perdidas, a chegada da vacina - doses ainda bem insuficientes por aqui - é o único fato alentador em um quadro que pouco se alterou. Ou só se agravou. Mas um período em que a televisão, especialmente o jornalismo, se mostrou ainda mais indispensável na vida de todos. A TV aberta continua como grande companhia dos brasileiros, em todo esse tempo de pandemia e isolamento social. Por dia, ela ficou ligada 7h09, o mais alto dos últimos cinco anos, segundo pesquisa do Kantar Ibope. Exatos 37 minutos a mais que em 2019. Também em 2020 foram registradas, conforme destacou o "Jornal da Record" em edição recente, 38 das 50 maiores audiências desde 2015. O pico foi justamente em 24 de março e nunca, desde lá até agora, o telejornalismo se mostrou tão presente, como fonte segura de informação para mais de 204 milhões de pessoas.

TV Tudo

No forno. A CNN Brasil continua preparando um jornal para exibição a partir das 6h da manhã. Apresentação do Sidney Rezende e Larissa Alvarenga (foto). Ainda existem dúvidas sobre data de estreia e duração, se uma ou duas horas.

E outra. Também nos planos da direção da CNN Brasil o lançamento de uma nova linha de programas às 22h30. Todas as noites, de segunda a sexta, uma atração diferente. Não chega a ser uma "linha de shows", mas algo próximo disso.

Novos tempos. Nada contra, ao contrário, mas assistir Maju Coutinho mandando beijo pro Cesar Tralli na chamada do "Hoje" e ele retribuindo, em se tratando de Globo, não deixa de ser diferente. Chama atenção porque é uma intimidade que nunca existiu. Parecia conversa por telefone. Mas tudo bem, segue o jogo.

Redobrando cuidados. Com a situação do jeito que está, a dramaturgia da Globo continua adotando medidas para preservar a saúde de todos. Por exemplo, reduzir ao mínimo indispensável ou não confirmar gravações com pessoas acima de 60 anos.

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