últimas notícias
Renata Vasconcellos: exemplo de figurino a ser seguido
Renata Vasconcellos: exemplo de figurino a ser seguido
Foto: Instagram

Classe, elegância e moderação

Os grandes figurinistas, especialistas na arte de indicar a melhor vestimenta, não cansam de repetir que existem modelos certos para ocasiões certas. Ninguém, por exemplo, vai vestir traje de gala para um passeio no parque. Nem bermuda ou jeans em uma formatura. Não tem cabimento. O bom senso é que deve ser usado em tempo integral. E parece que isso, para determinadas senhoras, passou a faltar um pouco em alguns telejornais ou programas jornalísticos. Ou usam roupas as mais berrantes possíveis ou abusam nos decotes e apertadinhos, salientando as partes, que não são, claro, os mais apropriados. Um leitor teve o cuidado de enviar uma verdadeira coleção de fotos, com exemplos do que nunca deveria acontecer, mas anda acontecendo. Algumas apresentadoras, de acordo com o que chegou, perderam a noção daquilo que é completamente inadequado. Evidente que aqui sempre haverá o cuidado de não expor ninguém, mas vale repetir que o mais importante e o maior destaque sempre tem que ser a notícia. Aliás, quanto a este aspecto, Renata Vasconcellos e Christina Lemos são bons exemplos a serem seguidos.

TV Tudo

No meio de tudo. As redes sociais têm uma participação muito forte até no comportamento de determinadas pessoas. É estranho que jornalistas, que buscam credibilidade na TV, rádios e jornais, usem alguns desses meios para dançar, mostrar forma física, permutar e até cometer exageros políticos.

Melhor maneirar. No jornalismo o cuidado para não macular a credibilidade e maturidade das suas informações sempre foi uma prática importante. Saudável. Brincadeiras, negociações e opiniões fora de hora não combinam com jornalismo e informação imparcial.

Passaporte. "Gênesis" está longe de terminar por aqui, mas já começa a viajar. Na segunda que vem estreia no Chile. E já tem acertos com a República Dominicana, Guatemala e também com a Univision, dos Estados Unidos.

Uma coisa é uma coisa... Outra coisa é outra coisa: do jeito que isso caminha é meio complicado saber onde vai dar. É diferente de alguém fazer um comercial ou ação de merchandising, contratado por uma empresa e veicular em seu próprio programa. Enfim... É só uma opinião, sem o desejo de patrulhar ou se meter na vida de ninguém. Cada um é cada um.

Tops da Gazeta