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Dafra Apache RTR 200
Dafra Apache RTR 200
Foto: Renato Teixeira/Minuto Motor

Para múltiplas tribos

URBANA. A Dafra Apache RTR 200 é uma street na medida para enfrentar a cidade

Com design moderno e uma pitada de esportividade, a Apache RTR 200 da Dafra custa R$ 12.690 e traz painel digital, carregador USB, lanterna traseira em led, pneus sem câmara e rodas de liga leve de 17 polegadas. Para o iniciante nas duas rodas, a Apache 200 chama a atenção pelo desenho e pela ergonomia, já que o assento é confortável, as pedaleiras estão bem posicionadas, além dos semiguidões fixados acima da mesa, que ajudam nas manobras em baixas velocidades.

Além do desenho e ciclística renovados, o novo modelo da Dafra vem equipado com uma nova motorização de um cilindro, 197,75 cm³ de capacidade, comando simples no cabeçote, quatro válvulas por cilindro e arrefecimento a ar. São 21 cavalos de potência (a 8.500 rpm) e 1,85 kgfm de torque a 6.500 giros. Chama a atenção o acabamento em preto fosco da motorização. A embreagem deslizante também é novidade.

A Apache RTR 200 oferece ciclística bastante honesta, que está ancorada em um chassi berço duplo reforçado. Na dianteira, a moto - que pesa 139 quilos (a seco) - conta com suspensão telescópica tradicional, com 117 milímetros de curso e freio à disco de 270 milímetros. Já na traseira, suspensão monoamortecida com curso de 105 milímetros, com sete posições de regulagem, e freio a disco de 240 milímetros. Detalhe: a street da Dafra conta com freios combinados de acionamento hidráulico (FH-CBS). Ou seja, ao pisar no pedal do freio traseiro - com muita vontade - parte dessa força é transferida para o freio da roda da frente, aumentando a eficiência da frenagem. Os freios são até superdimensionados para a nova Apache.

Na prática, o comportamento dinâmico é elogiável: o conjunto de suspensão 'copia' bem as irregularidades do piso. O motor traz torque compatível com sua proposta, principalmente quando o farol abre e a motocicleta pode ter pista livre a sua frente. O câmbio é de 5 velocidades conta com engates bastante macios, que ajudam nas trocas de marchas constantes no trânsito carregado dos grandes centros. Em termos de economia, o consumo médio gira em torno de 28 km/l e autonomia superior a 300 quilômetros. Ou seja, o novo monocilíndrico oferece economia e bom nível de torque. (Aldo Tizzani, do Minuto Motor/especial para a Agência AutoMotrix)

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