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Tiggo: revolução chinesa

SUV médio Tiggo Chery 5X foi apresentado à Imprensa especializada em Santos, no litoral de SP Da Reportagem

O SUV médio Tiggo Chery 5X, apresentado à imprensa, em Santos, na semana passada, mostrou uma "revolução chinesa" em todos os quesitos que se conhece de um automóvel. É agradável de olhar, confortável de dirigir ou ser passageiro. O freio é muito bom, o motor e câmbio (com seis velocidades) funcionam em harmonia e o acabamento é requintado. Tem até direção elétrica e todos os modernos sistemas de controle de condução e segurança e entretenimento.

Fabricado no Brasil, pela CAOA em Anápolis (GO), em forma CKD, em que as peças chegam da China - o índice de nacionalização é de 22% - , o Tiggo é comercializado em duas versões, a T, que custa R$ 88.990 e aTXs, R$ 98.990. Nas duas, o motor é Turbo, 1.5, Flex, com 150 cv e 147 cv, usando etanol e gasolina, respectivamente. O torque é o mesmo para os dois: 21,4 kgfm. Ambos também dispõem de dois modos de condução, a ECO, para quem quer economizar combustível e o Sport, para quem prefere mais emoções. Seu rodar é muito tranquilo, e o motor responde prontamente as ordens do pé direito.

Este modelo vendido no Brasil é o mesmo encontrado em outros mercados pelo mundo, mas que passou por um processo de nacionalização, na questão da suspensão, design interno e a transformação do motor à gasolina, em flex.

Henrique Sampaio, gerente Nacional de Marketing do Produto, revela que o Tiggo 5X é responsável por 30% das vendas da CAOA Chery no Brasil. Ele concorre diretamente com o Jeep Renegade, VW T Cross, Renault Kicks, e Honda HRV,que se colocam numa faixa de preços aproximados.

GARANTIA DE 5 ANOS

A garantia é de três anos para o carro completo e cinco para motor e câmbio. Os passageiros do banco traseiro têm saída de ar condicionado; o motorista conta com o sistema de dar a partida sem ter que usar a chave e dispõe também de câmera de ré e controle de pressão e temperatura dos pneus. O freio de estacionamento funciona tão logo o motor seja desligado.


*Por Chico Lelis

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