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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, havia sugerido pelas redes sociais o adiamento do exame
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, havia sugerido pelas redes sociais o adiamento do exame
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Após pressão, Ministério da Educação adia o Enem

As datas serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao previsto nos editais

Após pressão, o governo Bolsonaro decidiu adiar o Enem. As datas serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao previsto nos editais. Assim a prova deve ocorrer em dezembro ou janeiro. O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas educacionais) anunciou o adiamento do exame na tarde desta quarta-feira (20). Segundo o Instituto, as inscrições seguem abertas até sexta-feira (22).

Em nota, o Inep informou que o adiamento da prova é uma forma de atender as demandas da sociedade em meio à pandemia do novo coronavíus.

"Atento às demandas da sociedade e manifestações do Poder Legislativo em função do impacto da pandemia do coronavírus no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Ministério da Educação (MEC) decidiram pelo adiamento da aplicação dos exames nas versões impressa e Digital. As datas serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao previsto nos editais. Para tanto, o Inep promoverá uma enquete junto aos inscritos para o Enem 2020, a ser realizada em junho, por meio da Página do Participante. As inscrições para o Enem 2020 seguem abertas até 23h59 desta sexta-feira, 22 de maio."

Mais cedo, ministro da Educação, Abraham Weintraub havia sugerido pelas redes sociais o adiamento do exame. Em sua conta no Twitter, ele informou que a decisão ocorre “diante dos recentes acontecimentos no Congresso” e após conversas com líderes do centrão.

O ministro também já tinha anunciado que o governo abriria uma consulta direta, pela internet, para que os candidatos inscritos no Enem decidissem a data em que o exame seria realizado.

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