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De acordo com Bolsonaro, um valor do auxílio mais baixo será negociado no Congresso
De acordo com Bolsonaro, um valor do auxílio mais baixo será negociado no Congresso
Foto: Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro diz que governo não vai suportar pagar mais duas parcelas de auxílio

Presidente afirmou que o ministro da Economia decidiu estender o benefício, mas que um novo valor deve ser negociado no Congresso

Nesta segunda-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou que o governo federal não vai suportar pagar mais duas parcelas de R$ 600 de auxílio emergencial, além das três programadas.

Em entrevista ao canal “Agro+”, da Band TV, Bolsonaro afirmou que o ministro da Economia, Paulo Guedes decidiu estender o benefício, mas que um novo valor deve ser negociado no Congresso, já que o que está em vigor custa R$ 50 bilhões por mês ao governo.

‘O Paulo Guedes decidiu pagar a quarta e a quinta, mas falta acertar o valor. A União não aguenta outro com esse mesmo montante", disse o presidente.

De acordo com Bolsonaro, um valor do auxílio mais baixo será negociado no Congresso, já que o que está em vigor custa R$ 50 bilhões por mês ao governo. "Queremos atender o povo, mas com muita responsabilidade", afirmou.

Para o presidente, a maneira mais rápida de diminuir a dependência do auxílio para a população é reabrir o comércio nas cidades.

Bolsonaro avalia as medidas de isolamento social tomadas por estados e municípios para conter a disseminação do novo coronavírus (Covid-19) como "um exagero" e acredita que não vai ser fácil para a economia pegar no tranco, já que embora o campo não tenha parado, as cidades e muitos Estados fecharam o comércio.

"Não podemos deixar que o efeito colateral do tratamento da pandemia seja mais danoso do que a própria pandemia. Vida e emprego, uma coisa está completamente atrelada à outra", disse o presidente.

 

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