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O presidente voltou a criticar decisões de prefeitos e governadores de restringir atividades no período mais crítico da pandemia no Brasil e comparou as medidas a
O presidente voltou a criticar decisões de prefeitos e governadores de restringir atividades no período mais crítico da pandemia no Brasil e comparou as medidas a "coisa de ditadura"
Foto: REPRODUÇÃO/YOUTUBE

Covid-19: 'Tem que deixar de ser um País de maricas', diz Bolsonaro

Brasil tem 5,5 milhões de diagnósticos confirmados do novo coronavírus, com 161,1 mil mortes em decorrência da doença

Nesta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil “tem que deixar de ser um País de maricas” e enfrentar a Covid-19. “Tudo agora é pandemia, tem que acabar com esse negócio, pô. Lamento os mortos, lamento. Todos nós vamos morrer um dia, aqui todo mundo vai morrer. Não adianta fugir disso, fugir da realidade. Tem que deixar de ser um País de maricas. Olha que prato cheio para a imprensa, para a urubuzada que está ali atrás (apontando para o local reservado aos jornalistas)”, disse em cerimônia no Palácio do Planalto.

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 “Aqui começam a amedrontar povo brasileiro com segunda onda. Tem que enfrentar, é a vida”, afirmou o presidente. “Temos que enfrentar, (ter) peito aberto, lutar”, acrescentou Bolsonaro. Na última semana, países da Europa voltaram a fechar fronteiras e decretar lockdown após um novo aumento no número de casos da doença.

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O presidente voltou a criticar decisões de prefeitos e governadores de restringir atividades no período mais crítico da pandemia no Brasil e comparou as medidas a “coisa de ditadura”. “Algemar mulher de biquíni na praia é covardia, patifaria, coisa de ditadura. E me chamam de ditador”, afirmou.

“Tenho, como chefe de Estado, que tomar decisões que não me deixaram tomar. O que faltou para nós não foi um líder, mas deixar o líder trabalhar”, emendou. Bolsonaro citou pesquisas, segundo ele ainda não comprovadas, que mostrariam que o número de mortes por covid não chegam a 20% do total.

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