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Idosa sendo vacinada contra o coronavírus em Porto Feliz, 
no interior de São Paulo; mais de 1 mil idosos foram imunizados
Idosa sendo vacinada contra o coronavírus em Porto Feliz, no interior de São Paulo; mais de 1 mil idosos foram imunizados
Foto: Divulgação PMPF

Vacinação para idosos de 75 e 76 anos começa na próxima segunda-feira

Imunização acontece na Unidade Básica de Saúde Francisco Moreira Junior, conhecida como Manduquinha; até o dia 10 de março, 1.449 idosos foram imunizados na cidade

A Prefeitura de Porto Feliz vai iniciar a próxima etapa de vacinação contra o coronavírus (Covid-19) para grupos prioritários. Idosos com 75 e 76 anos começarão a ser imunizados a partir da próxima segunda-feira (15).

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Em entrevista à Gazeta, a secretária municipal de Saúde, Valdirene Prado disse que é preciso fazer um cadastro antes de comparecer a unidade de saúde. “Disponibilizamos um canal via WhatsApp para que os idosos façam um pré-cadastro. O número é (15) 99730-8402. Por este canal receberemos os dados do idoso e retornaremos com uma data e horário para que ele seja imunizado”.

Ainda de acordo com Valdirene Prado, o objetivo da ideia é evitar tumulto. “Pensamos nisso para que o processo de vacinação seja rápido e não tenha aglomeração. Não adiante a gente agendar 400 pessoas e só termos 200 vacinas. Nós vamos acionando conforme a prefeitura recebe as doses do governo estadual”, reforçou.

A imunização acontece na Unidade Básica de Saúde Francisco Moreira Junior, conhecida como Manduquinha. Até o dia 10 de março, 1.449 idosos foram imunizados em Porto Feliz. Mais informações no site (www.portofeliz.sp.gov.br).

COMPRA DE VACINAS.

Durante entrevista à rádio 93 FM, na manhã da última quinta-feira, o prefeito de Porto Feliz, Dr. Cássio Habice Prado, rebateu as críticas que a atual gestão vem sofrendo por não comprar vacinas.

“Caso o Ministério da Saúde não dar conta de atender a demanda dos estados e municípios, ai sim seremos autorizados a fazer a aquisição e distribuição dos imunizantes. Já temos um recurso separado para comprar vacinas para todos da cidade. Temos recurso para isso, mas infelizmente não temos a venda no momento. Confiamos nos laboratórios brasileiros e esperamos que eles comecem a produção em massa, o que já tá planejado para acontecer nos próximos dias”, justificou.

FECHAMENTO DO COMÉRCIO.

Ainda durante a entrevista a rádio, o chefe do executivo reforçou ser contra a decisão estadual em fechar os comércios. “Você não se contamina no comércio. A chance de você se contaminar na sua casa é muito maior, porque lá você relaxa e não toma os cuidados necessários. Você se contamina nas baladas, nos bares sem máscaras. Não é no comércio. Não é em 15 minutos em um ambiente de compra, onde todos as medidas sanitárias estão sendo cumpridas que isso irá acontecer”, disse Dr. Cássio Prado.

Ainda durante o programa, o prefeito reforçou não ter uma embasamento cientifico para o fechamento. “Não existe motivo para fechar pequenos negócios. Eu lamento, não existe embasamento cientificado que justifique a decisão. Infelizmente eu não tenho o que fazer, temos que respeitar a decisão estadual. Vamos ter um desemprego brutal, miséria e fome”, disse Dr. Cássio.

FASE EMERGENCIAL

O governo de São Paulo anunciou na tarde da última quinta-feira um aumento de restrições sem precedente em São Paulo, para conter o avanço do coronavírus no Estado, batizado como fase emergencial. Segundo o governador João Doria (PSDB) e membros do comitê de contingência ao novo coronavírus, entre 15 e 30 de março passam a ser proibidos cultos religiosos coletivos, atividades esportivas coletivas (como o Campeonato Paulista) e outros setores da economia, como lojas de material de construção.

De acordo com o anúncio do governo, a fase emergencial determina que as atividades que passarão a ter restrições completas entre 15 e 30 de março são lojas de materiais de construção, celebrações religiosas coletivas e atividades esportivas coletivas. Atendimento religioso individual permanece liberado.

As escolas também param, e haverá atendimento para alimentação para alunos em vulnerabilidade social. Além disso, está proibido o uso de praias e parques do Estado.

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