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Famílias invadem área de preservação no Butantã

As famílias alegam que não têm onde morar; terreno é municipal e de preservação ambiental Da Reportagem De São Paulo

Um terreno municipal na avenida Engenheiro Heitor Antônio Eiras Garcia, no Butantã, na zona oeste da capital paulista, foi invadido na última segunda-feira. Nesta quarta-feira, as famílias que invadiram o local protestaram e afirmaram que não vão deixar o terreno enquanto não tiver moradia garantida para os manifestantes. As famílias alegam que não têm onde morar e nem como
pagar aluguel.

Segundo a Prefeitura de São Paulo, houve um acordo para a desocupação do terreno, no entanto as famílias dizem que só vão deixar o local quando tiverem alguma resposta sobre construção de moradias. Guardas ambientais e integrantes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) acompanharam a ação para realizar a desocupação da área.

A área de 60 mil metros quadrados é uma zona de preservação ambiental e faz parte do futuro parque Linear Água Pobre. Parte da área foi desmatada. As cerca de 537 famílias alegam que as árvores não foram derrubadas por eles, mas por outras pessoas que ocuparam o local anteriormente.

Desmatar área de preservação é considerado crime ambiental. Os manifestantes negam o crime.  

Centro

Nesta quarta-feira, várias famílias começaram a deixar um prédio que corre o risco de desabar, na Praça da Sé, na região central da capital paulista.

Cerca de 60 famílias chegaram a morar no edifício, conhecido como ‘Caveirão’, mas atualmente residem 30.

Os moradores do local têm direito a receber auxílio-aluguel da Prefeitura de São Paulo no valor de R$ 400.

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