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Clínica odontológica de São Paulo onde meninas foram estupradas não tem registro

A clínica Odonto Chessa, que fica no bairro do Ipiranga, não tem registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo, o que não é permitido Da Reportagem De São Paulo

A clínica odontológica, na zona sul da capital paulista, onde trabalhava um falso radiologista, que foi preso acusado de estupro, não tem registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo, o que não é permitido.

Na manhã de sexta-feira, a clínica Odonto Chessa, que fica no bairro do Ipiranga, funcionou normalmente e ninguém quis comentar o caso.

Na quarta-feira, Gabriel Chessa, de 19 anos, foi preso em flagrante após abusar de uma menina de 12 anos, na sala de Raio-x da clínica. Em audiência de custódia, a Justiça transformou a detenção em prisão preventiva. Gabriel foi indiciado por estupro de vulnerável e exercício ilegal da profissão, já que que ele não é técnico e não poderia exercer a função.

Caso

Uma menina, de 12 anos, denunciou o abuso para a mãe que a acompanhava na clínica. Segundo elas, o jovem levou a garota para dentro da sala, para fazer um raio-x da arcada dentária, e não deixou a mãe acompanhar. Na sala, ele vendou os olhos da garota e cometeu o abuso. A menina contou para a mãe, que chamou a polícia, que prendeu o rapaz em flagrante.Uma outra menina, também de 12 anos, que esteve na clínica há duas semanas, denunciou  Gabriel após saber da prisão. No dois casos, as meninas contaram que foram levadas até a sala sozinhas, vendadas e sofreram o abuso. Segundo o delegado, responsável pelo caso, durante o depoimento o rapaz entrou em contradição. A polícia apreendeu o celular de Gabriel e pediu a quebra do sigilo telefônico.

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