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Motorista embriagado atropela e mata cadeirante na zona norte de SP

Um homem empurrava a cadeira de rodas da mulher na rua Santa Eulália quando foram atingidos pelo veículo. A cadeirante foi arremessada e bateu a cabeça na guia, e o homem teve fraturas nas pernas e no braço Por Folhapress De São Paulo

Uma mulher cadeirante morreu, e um homem ficou ferido após serem atropelados por um carro, na região de Santana, zona norte de São Paulo, por volta das 18h30 deste domingo (22).

O homem empurrava a cadeira de rodas da mulher na rua Santa Eulália quando foram atingidos pelo veículo. A cadeirante foi arremessada e bateu a cabeça na guia, e o homem teve fraturas nas pernas e no braço.

Os dois foram levados pelos bombeiros ao pronto-socorro do Hospital do Mandaqui, onde a mulher morreu. O homem permanece internado, e o estado de saúde dele não foi informado.

O motorista permaneceu no local do acidente, mas, ao ser submetido ao teste do bafômetro, foi constatado que estava embriagado. Ele permanece preso.

Acidentes com motoristas bêbados são rotina em São Paulo. No dia 6, por exemplo, um motociclista morreu após ser atingido por um carro no Morumbi. O motorista tinha 0,87 mg/l de álcool no sangue. Acima de 0,3 mg/l, a pena pode ser de seis meses a três anos de prisão.
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Em 11 de junho, um ciclista de 15 anos morreu após ser atropelado por um motorista embriagado na avenida Atlântica, na zona sul. No dia 2, um garoto de seis anos morreu também após um atropelamento por motorista alcoolizado.

De janeiro a junho, na cidade de São Paulo, 416 pessoas morreram em acidentes de trânsito, segundo dados do Infosiga, sistema de monitoramento de vítimas fatais no trânsito do Governo do Estado. Destas ocorrências, 84% foram em vias municipais.

Dos quatro anos em que o monitoramento é feito, no entanto, 2018 é até o momento o com menor índice de mortalidade. Em 2015, 599 pessoas tinham morrido nos primeiros seis meses. O ano seguinte apresentou uma queda sensível de 21%, com 476 mortes no primeiro semestre.

O número de mortos no período permaneceu estável em 2017, com 1% de alta (482 mortos). Os 416 deste ano são o número mais baixo na série histórica e representam queda de 14%.

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