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Homem ligado ao PCC é morto a tiros de fuzil em carro blindado em SP

O homem tinha acabado de estacionar o carro na rua Coelho Lisboa. Os suspeitos chegaram em dois carros e dispararam tiros de fuzil. Na rua, os peritos encontraram ao menos 70 cápsulas deflagradas Por Folhapress De São Paulo

Um homem suspeito de envolvimento com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) foi morto a tiros dentro de um Audi blindado, na região do Tatuapé, zona leste de São Paulo, por volta das 23h desta segunda-feira (23).

O homem tinha acabado de estacionar o carro na rua Coelho Lisboa. Os suspeitos chegaram em dois carros, desembarcaram e dispararam vários tiros de fuzil. Na rua, os peritos encontraram ao menos 70 cápsulas deflagradas.

A blindagem do carro não conseguiu impedir que o motorista fosse atingido pelos tiros. Os bombeiros tiveram que forçar a porta do carro para retirar o homem baleado. Ele foi levado em estado grave ao Hospital Municipal do Tatuapé, onde morreu.

Ele havia sido condenado por roubo a banco em Guarulhos (Grande São Paulo) que terminou com três mortos, em 2008, sendo um deles chefe do PCC.

Em 2015, ele foi preso durante uma partida entre Corinthians e Santos pela Copa do Brasil, na Vila Belmiro, em Santos (litoral de São Paulo). Ele assistia ao jogo em um camarote para torcedores do Corinthians, segundo a polícia.

Ele deixou a prisão após obter um habeas corpus no STF (Supremo Tribunal Federal). O benefício foi revogado, mas o suspeito não se apresentou à Justiça e passou a ser considerado foragido da Justiça.

Nenhum suspeito do ataque contra o rapaz foi preso. O caso será investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

MORTES

Em fevereiro, um homem apontado como chefe do PCC (Primeiro Comando da Capital) foi morto a tiros de fuzil em frente ao hotel Blue Tree Towers, também na zona leste da capital paulista.

No Ceará, outros dois homens e até então considerados as principais vozes da facção criminosa PCC fora dos presídios, também foram mortos a tiros na mesma época em uma suposta emboscada numa área indígena.

Segundo o Ministério Público, um dos homens era o número três na escala do PCC, abaixo de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, recluso na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, a 600 km da capital, onde está a cúpula da facção.

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