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Polícia investiga se carro onde corpo de PM foi encontrado é clonado

A placa do carro indica que ele não foi roubado, por isso a polícia trabalha com hipótese que ele tenha sido clonado Da Reportagem De São Paulo

A Polícia Civil investiga se o carro onde foi encontrado o corpo da policial militar, Juliane dos Santos Duarte, de 27 anos, foi clonado.

O veículo foi encontrado com o corpo da soldado dentro do porta-malas na noite de segunda-feira, na rua Cristalino Rolim de Freitas, na região do Jurubatuba, na zona sul da capital paulista.

A placa do carro indica que ele não foi roubado por isso a polícia trabalha com hipótese que ele tenha sido clonado. Uma perícia para examinar o chassi será realizada.

De acordo com a polícia, o dono do veículo da placa registrada no Detran será chamado para prestar
depoimento.

O caso

A polícia identificou um suspeito de participar do assassinato da soldado Juliane, que desapareceu na comunidade de Paraisópolis, na zona sul, na quinta-feira. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com informações da Rede Globo, a polícia já identificou o homem que aparece nas imagens de câmeras de segurança estacionando a moto da policial. Digitais encontradas na moto são investigadas.

Na noite desta segunda, dois homens foram detidos em Paraisópolis. Um foi liberado após prestar depoimento e outro vai ficar preso por 15 dias em caráter provisório. O que seguirá preso é Everaldo da Silva Felix, conhecido como ‘Sem Fronteiras’. Ele teria tentado resistir e esconder celulares no momento da prisão.

A policial atuava na 2ª Companhia do 3º Batalhão Metropolitano, responsável pelo patrulhamento em parte do Jabaquara, na zona sul. O corpo de Juliane foi enterrado no cemitério Vila Carminha, em São Bernardo do Campo.

As polícias Militar e Civil montaram operações na região de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, após relatos de que a policial militar teria sido atacada por homens e sumido. Juliane foi vista pela última vez na rua Melchior Giola, na Vila Andrade.


*Matéria com colaboração do Estadão Conteúdo

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