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Promotoria denuncia três por morte de soldado Juliane em Paraisópolis

A policial foi feita refém quando tomava cerveja com amigas em um bar em Paraisópolis, zona sul da capital, favela dominada pelo PCC Por Folhapress De São Paulo

O Ministério Público de São Paulo denunciou três pessoas sob a suspeita de cárcere privado, tortura e morte da soldado Juliane dos Santos Duarte em agosto deste ano.

Na lista estão dois homens, E.S. da S.F., F.O. da S. e também uma mulher, "sintonia" do PCC em Paraisópolis, E.C.O.F..

A policial foi feita refém quando tomava cerveja com amigas em um bar em Paraisópolis, zona sul da capital, favela dominada pelo PCC.

E.S. da S.F. seria o principal chefe da facção no local e teria sido o responsável pela ordem final para matar a PM. No celular do suspeito, segundo a promotoria, foi apreendida uma mensagem na qual ele mandava dar sumiço em alguém que seria militar.

"Ela foi brutalmente torturada", disse o promotor Fernando Cesar Bolque.

O CASO

Juliane foi sequestrada por criminosos em 2 de agosto quando bebia cerveja com amigas em um bar em Paraisópolis. A comunidade com pouco mais de 60 mil habitantes é dominada pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Segundo testemunhas, a soldado foi levada por bandidos ainda com vida. Ela teria ficado em poder dos criminosos até que seu destino fosse decidido, em uma espécie de tribunal do crime.

O corpo de Juliane foi encontrado quatro dias depois dentro do porta-malas de um carro no bairro de Jurubatuba, a 8,5 km de onde havia sido vista pela última vez.

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