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USP não tem previsão para colocar câmeras para funcionar

Os equipamentos ainda seguem em fase de teste e não estão em funcionamento. Segundo a USP, não há previsão para o início da operação Da Reportagem De São Paulo

As 89 câmeras de monitoramento que foram doadas à Universidade de São Paulo (USP), dentro do programa City Câmeras, da prefeitura de São Paulo, já foram instaladas no muro de vidro da raia olímpica, às margens da Marginal Pinheiros. Os equipamentos, porém, ainda seguem em fase de teste e não estão em funcionamento. De acordo com a USP, não há previsão para o início da operação.

A instalação das câmeras tem como objetivo inibir os supostos vandalismos que acontecem no local. O custo da implantação do muro de vidro é estimado em R$ 20 milhões, pagos por doações de empresas. Desde sua construção, mais de 20 placas foram encontradas quebradas. O último caso ocorreu no fim de setembro.

City Câmeras

Além dos 89 equipamentos oferecidos à USP, o City Câmeras pretende contar com outros 10 mil pontos de filmagem instalados na capital paulista nos próximos quatro anos. Atualmente, são 2.176 câmeras instaladas para inibir a ação de criminosos. Desse total, espalhado por várias regiões da cidade, 597 se encontram inoperantes devido a problemas técnicos, como falta de energia ou internet. De acordo com a Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU), a iniciativa privada já doou 3.249 câmeras para a cidade.

Segundo a gestão Bruno Covas (PSDB), a prefeitura firmou tratativas para receber R$ 720 milhões em doações entre janeiro de 2017 e março de 2018. Entre as já recebidas estão os veículos utilizados no programa Marginal Segura.

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