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16 ciclistas morreram na Capital até setembro

A falta de ciclovias na cidade de São Paulo faz com os ciclistas andem no meio da rua entre os carros, arriscando a segurança. Da Reportagem De São Paulo

A capital paulista registrou 16 mortes de ciclistas de janeiro a setembro de 2018, segundo dados do Infosiga SP (Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo). O mês de junho foi o mais violento com 6 óbitos.

A falta de ciclovias na cidade faz com os ciclistas andem no meio da rua entre os carros, arriscando
a segurança.

Na zona oeste da Capital, a Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade) cobra da prefeitura uma ciclovia na Ponte Eusébio Matoso, que liga o bairro do Butantã a Pinheiros. A obra está prevista desde 1994.

A Prefeitura de São Paulo disse que a SPObras prepara a licitação do projeto executivo da ciclopassarela e que o lançamento do edital das obras está previsto para o final de 2019.

A Ciclocidade passou um dia inteiro sobre a Ponte e contou 1164 bicicletas passando pelo local entre 6h e 20h, uma média de 83 por hora. Deste total, cerca de 75% dos ciclistas usaram a calçada e não a rua e 56% não estavam com capacete.

Na ponte, os ônibus passam quase encostando nas bicicletas.

A avenida também não tem placas de sinalização de trânsito nos dois lados e a calçada acaba substituindo a ciclovia.

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