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Ciclovia da Eusébio sairá do papel, diz gestão Covas

A prefeitura de São Paulo garante que o lançamento do edital para a execução das obras está previsto para o fim de 2019. Da Reportagem

A construção de uma ciclopassarela ao lado da ponte Eusébio Matoso, na zona oeste da Capital, prometida pelas diferentes gestões municipais desde 1994, deve ser iniciada ainda durante a gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB).

De acordo com a prefeitura, a São Paulo Obras (SPObras) prepara a licitação do projeto executivo da construção. O lançamento do edital para a execução das obras está previsto para o fim de 2019.

Em uma primeira etapa, diz a prefeitura, vai ocorrer o desenvolvimento do projeto executivo – fase em que o projeto básico elaborado pela São Paulo Transporte (SPTrans) será mais bem detalhado.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) já aprovou o projeto básico e avaliará o executivo antes do início das obras.

Essa ciclopassarela vai ligar a região do Butantã à avenida Brigadeiro Faria Lima e também dará acesso à ciclovia do Rio Pinheiros. Pelo projeto básico, estão previstos espaços distintos para circulação de bicicletas e de pedestres.

Estudo.

A Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade) fez um estudo há dois meses sobre o número de ciclistas que passam pela ponte Eusébio Matoso diariamente, e constatou que, em um dia comercial, há a travessia de 1.164 bicicletas das 6h às 20h pela via. São 83 ciclistas por hora.

A maioria (75%) disputa espaço com os pedestres pela calçada, e enfrentam buracos que se estendem por toda a extensão de 300 metros da ponte sobre o rio Pinheiros. Quem vai pela via, se arrisca entre carros, ônibus, motos e caminhões.

A construção dessa ciclopassarela é considera estratégica porque o local é um caminho importante de ligação entre cidades da Grande São Paulo e bairros da região sudoeste com a região central do município.

É também um dos acessos mais fáceis à Cidade Universitária, local onde estão concentradas as faculdades mais importantes do País.

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