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Prefeitura de SP faz ação contra comércio ilegal

O prefeito Bruno Covas (PSDB) e cerca de 600 agentes de fiscalização participaram da ação. Segundo o prefeito, a intenção é a de legalizar parte dos ambulantes Da Reportagem De São Paulo

A Prefeitura de São Paulo realizou, nesta segunda-feira (26), uma nova fase da Operação Comércio Legal contra vendedores ambulantes ilegais no Largo da Concórdia, no centro da cidade de São Paulo. O prefeito Bruno Covas (PSDB) e cerca de 600 agentes de fiscalização participaram da ação.

Segundo o prefeito, a intenção é a de legalizar parte dos ambulantes. "A ideia é dar uma opção aos ambulantes por meio do Tô legal!, um programa que permite que eles paguem para utilizar as áreas públicas, com vagas de emprego, e orientações sobre como se tornar um microempreendedor ", destacou.

Deflagrada pela administração municipal em 26 de novembro de 2018 em uma área de cerca de 22 mil metros quadrados, a operação, em pouco mais de um mês de atuação, foi ampliada para 96 mil metros quadrados fiscalizados com 547 estabelecimentos comerciais.

Nesta terceira etapa, a área de atuação da operação foi ampliada e chegará a 153 mil metros quadrados, levando as ações a uma região com 1.074 estabelecimentos comerciais que trabalham dentro da legalidade e que juntos geram aproximadamente 20 mil empregos de forma direta.

"Contratamos mais equipes para intensificar a fiscalização. A ação é realizada em parceria com o governo do estado que também disponibilizou efetivo. Trata-se de um trabalho permanente como foi nas outras duas fases", afirmou o prefeito.

A operação desta segunda-feira contou com uma ação integrada com a participação de 590 pessoas, entre elas guardas civis metropolitanos, policiais militares e civis, e agentes de apoio da subprefeitura da região, que chegarão nas vias antes da montagem das barracas, evitando qualquer tipo de conflito.

A estimativa é que pouco mais de 3 mil comerciantes ambulantes atuem nesta região sem autorização da prefeitura municipal. Deste total, apenas 83 poderão permanecer no local por decisão judicial.

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