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Tumulto na cracolândia provoca correria e bloqueia avenida no centro de SP

Segundo testemunhas, a confusão entre usuários e agentes de segurança começou com operação de limpeza das barracas que ficam na rua Por Folhapress De São Paulo

Um tumulto na região da cracolândia, no centro de São Paulo, provocou correria e levou a Polícia Militar a fechar a avenida Duque de Caxias na altura da avenida Rio Branco.

O bloqueio ocorreu por volta das 16h, em meio à mobilização de motoristas e cobradores que travou corredores e terminais de ônibus, como o Princesa Isabel, a poucos metros dali.

Segundo testemunhas, a confusão entre usuários e agentes de segurança começou com operação de limpeza das barracas que ficam na rua.

Cerca de dez estrondos de bombas de efeito moral foram ouvidos. Uma fogueira bloqueou o acesso à rua Helvétia, e viaturas passavam em alta velocidade pela região.

Como o jornal Folha de S.Paulo mostrou na semana passada, usuários de drogas que frequentam a região relatam avanço da pressão para deixarem o local.

Somados às recentes obras urbanas na área e à transferência de unidades de atendimento, os depoimentos ouvidos pela reportagem apontam intensificação da violência policial contra dependentes químicos e moradores de rua.

As afirmações são feitas por moradores, assistentes sociais, urbanistas e ativistas. Tanto a Polícia Militar, do governo João Doria, como a Guarda Civil, sob Bruno Covas (ambos do PSDB), negam qualquer mudança de diretriz na conduta para o quadrilátero.

Muitos dos confrontos na área ocorrem durante ações cotidianas, como as de limpeza.

A cracolândia passa desde 2017 por uma transformação. Em maio daquele ano, uma operação policial do governo Geraldo Alckmin (PSDB) desobstruiu a feira de drogas na alameda Dino Bueno - e o então prefeito Doria declarou que a cracolândia acabara.

Na esteira, as gestões tucanas lançaram um projeto de revitalização da Luz e passaram a desapropriar imóveis.

Cinco prédios, parte de uma parceria público-privada de habitação popular, foram erguidos e receberam moradores. Outros estão previstos.

No último dia 13, teve início também a obra da nova sede do hospital Pérola Byington.

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Tumulto na cracolândia provoca correria e bloqueia avenida no centro de SP

Segundo testemunhas, a confusão entre usuários e agentes de segurança começou com operação de limpeza das barracas que ficam na rua Por Folhapress De São Paulo

Um tumulto na região da cracolândia, no centro de São Paulo, provocou correria e levou a Polícia Militar a fechar a avenida Duque de Caxias na altura da avenida Rio Branco.

O bloqueio ocorreu por volta das 16h, em meio à mobilização de motoristas e cobradores que travou corredores e terminais de ônibus, como o Princesa Isabel, a poucos metros dali.

Segundo testemunhas, a confusão entre usuários e agentes de segurança começou com operação de limpeza das barracas que ficam na rua.

Cerca de dez estrondos de bombas de efeito moral foram ouvidos. Uma fogueira bloqueou o acesso à rua Helvétia, e viaturas passavam em alta velocidade pela região.

Como o jornal Folha de S.Paulo mostrou na semana passada, usuários de drogas que frequentam a região relatam avanço da pressão para deixarem o local.

Somados às recentes obras urbanas na área e à transferência de unidades de atendimento, os depoimentos ouvidos pela reportagem apontam intensificação da violência policial contra dependentes químicos e moradores de rua.

As afirmações são feitas por moradores, assistentes sociais, urbanistas e ativistas. Tanto a Polícia Militar, do governo João Doria, como a Guarda Civil, sob Bruno Covas (ambos do PSDB), negam qualquer mudança de diretriz na conduta para o quadrilátero.

Muitos dos confrontos na área ocorrem durante ações cotidianas, como as de limpeza.

A cracolândia passa desde 2017 por uma transformação. Em maio daquele ano, uma operação policial do governo Geraldo Alckmin (PSDB) desobstruiu a feira de drogas na alameda Dino Bueno - e o então prefeito Doria declarou que a cracolândia acabara.

Na esteira, as gestões tucanas lançaram um projeto de revitalização da Luz e passaram a desapropriar imóveis.

Cinco prédios, parte de uma parceria público-privada de habitação popular, foram erguidos e receberam moradores. Outros estão previstos.

No último dia 13, teve início também a obra da nova sede do hospital Pérola Byington.

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