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Servidores municipais de SP fazem paralisação por reajuste

Paralisação iniciada nesta terça-feira (5) atinge hospitais, secretarias, subprefeituras e Procuradoria do Município da Capital Da Reportagem De São Paulo

Servidores municipais de São Paulo dos níveis básico e médio iniciaram uma paralisação na manhã desta terça-feira (5) e interromperam o atendimento ao público. A categoria reivindica reajuste salarial.

Por causa da greve foram afetados atendimentos em subprefeituras, hospitais municipais, Procuradoria Geral do Município, além das secretarias municipais de Gestão, Habitação e Cultura.

Segundo levantamento do "G1", a greve afetou o atendimento em pelo menos cinco hospitais municipais: Hospital Municipal do Campo Limpo, Hospital Prof. Waldomiro de Paula (Itaquera), Hospital Municipal Prof. Dr. Alípio Corrêa Netto (Ermelino Matarazzo), Hospital Municipal Tide Setubal (São Miguel Paulista) e Hospital Municipal Doutor Arthur Ribeiro de Saboya (Jabaquara).

Além disso, houve paralisação do atendimento nas Subprefeituras da Sé, Santo Amaro, Itaim Paulista, Campo Limpo, Parelheiros, Itaquera, Ermelino Matarazzo, Freguesia do Ó, Perus e Pirituba.

O Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo (Sindsep) afirma que não há reajuste salarial para os servidores municipais desde 2013.

A Prefeitura de São Paulo diz, em nota, que cumpriu todos os compromissos assumidos com o servidores, concedendo abonos emergenciais para os agentes municipais e com a liberação de R$ 100 milhões no Projeto de Lei Orçamentária Anual 2020 para a reestruturação das carreiras.

De acordo com João Batista, secretário de comunicação do Sindsep, não há previsão para a greve ser encerrada.

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