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GCM vira réu em caso de morte de menino em SP

O guarda é acusado de matar a tiro uma criança de 11 anos em 26 de junho de 2016, em Guaianases, na zona leste da capital Da Reportagem De São Paulo

O guarda-civil metropolitano Caio Muratori se tornou réu em processo de homicídio qualificado após a Justiça de São Paulo aceitar denúncia do Ministério Público. O guarda é acusado de matar a tiro uma criança de 11 anos em 26 de junho de 2016, em Guaianases, na zona leste da Capital.

De acordo com informações do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe), divulgadas pelo "G1", o menino Waldik Gabriel Silva Chagas foi morto durante uma perseguição. O menor estava em um carro com outros dois rapazes que conseguiram fugir.

Um laudo comprovou que o tiro que matou Waldik saiu da arma do GCM, que foi preso, pagou fiança e responde em liberdade.

Ainda segundo o Condepe, não houve confronto e apenas o guarda atirou. A arma atingiu a cabeça da criança.

A prefeitura informou à época que instaurou uma sindicância e afastou os agentes envolvidos.

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