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Tenente Coimbra é deputado estadual pelo PSL.
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O desemprego no Brasil recuou para 13,7

O Brasil é um País de lutadores que não desistem ou desanimam perante um obstáculo

O desemprego recuou para 13,7% em junho, último mês do trimestre móvel iniciado em abril. O percentual foi atingido depois de ficar em 15,1% em março. Já a taxa de desocupação dessazonalizada, que exclui os efeitos das variações sazonais do conjunto de dados temporais de junho (13,8%), é a menor apurada desde maio de 2020.

Os números estão no estudo, divulgado recentemente, no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ele analisou o desempenho recente do mercado de trabalho, com base na desagregação dos trimestres móveis da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e em informações do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.

A pesquisa do Ipea mostrou, ainda, que o crescimento recente das contratações tem ocorrido, principalmente, em setores que empregam relativamente mais mão de obra informal. Entre eles, estão o da construção, que registrou alta anual da população ocupada em 19,6%, a agricultura (11,8%) e os serviços domésticos (9%).

O percentual da taxa de desocupação –aqueles que estão à procura de emprego– cai desde o trimestre encerrado em abril deste ano, quando chegou a 14,7%, o maior patamar da série histórica (iniciada em 2012).

O nível também está abaixo do mesmo trimestre (junho, julho e agosto) de 2020, quando esteve aos 14,4%. Em números, o desemprego chegou a 13,7 milhões de pessoas. Caiu 1,1 milhão em relação ao trimestre encerrado em mai, quando tinha 14,8 milhões. Ficou estável em comparação ao mesmo período do ano passado.

Essa recuperação ocorreu, principalmente, pelo aumento de vagas informais – empregados sem carteira assinada, e pelo aumento de trabalhadores autônomos. O mês de julho também apresentou sinais de recuperação do emprego formal no País.. Esse foi o quarto mês consecutivo com saldo positivo na geração de empregos.

Isso mostra que o país está no rumo certo e que o governo federal está tomando as medidas necessárias para colocar novamente o Brasil no rumo do crescimento econômico e da recuperação do emprego.

O principal responsável pelo desempenho de julho foi o setor da Indústria de Transformação. O Comércio teve desempenho positivo, tanto no atacado quanto no varejo e a Agropecuária também segue gerando empregos formais, com a criação de 7.055 postos a mais em julho, sobretudo por causa da cana-de-açúcar e do café.

O mercado de trabalho brasileiro sofreu com as medidas de restrição à pandemia que provocaram um desarranjo no mercado de trabalho informal e formal. Para reagir e recuperar é preciso criatividade e nitidamente podemos perceber que os brasileiros estão se recuperando.

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