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Segunda, 15 Abril 2019 11:44

VAR vira 'vilão' nas finais dos estaduais

Pelo Paulista, o São Paulo empatou sem gols contra o Corinthians. Depois do jogo, Diego Lugano enumerou os erros e detonou a arbitragem comandada por Luiz Flávio de Oliveira
No jogo de ida da final do Paulistão, o árbitro Luiz Flávio de Oliveira foi criticado pela demora na decisão dos lances com revisão do VAR No jogo de ida da final do Paulistão, o árbitro Luiz Flávio de Oliveira foi criticado pela demora na decisão dos lances com revisão do VAR Reprodução/YouTube
Por Folhapress
De São Paulo

O árbitro de vídeo causou polêmica nos estaduais pelo Brasil. Foi unanimidade: o VAR não agradou e virou um "vilão em comum" no Campeonato Paulista, Carioca, Mineiro e Gaúcho.

Pelo Paulista, o São Paulo empatou sem gols contra o Corinthians. Depois do jogo, Diego Lugano, agora membro da diretoria tricolor, enumerou os erros e detonou a arbitragem comandada por Luiz Flávio de Oliveira.

"Uma não expulsão no início do jogo. Uma mão que não foi vista na área adversária. Uma tentativa de encontrar um pênalti pelo VAR aos 50 do segundo tempo. Isto tudo diante de 60 mil são-paulinos", escreveu o ex-zagueiro no Twitter.

Também teve reclamação no Rio de Janeiro. O Flamengo fez 2 a 0 no Vasco na primeira final do Carioca e até o autor dos dois gols da partida reclamou do VAR. "Fiz três para valer dois, né?", declarou Bruno Henrique, que teve um gol anulado pelo auxílio do vídeo.

O atacante viu a bola sobrar na sua frente e mandou para dentro do gol. O lance, no entanto, foi anulado pela arbitragem, que utilizou o VAR e apontou impedimento. Após rever a jogada, o comentarista de arbitragem da Globo Paulo César de Oliveira discordou do árbitro Rodrigo Nunes de Sá e disse que validaria o gol, porque, segundo ele, houve um novo lance após Werley tentar o corte, o que invalidaria o impedimento.

A final do Carioca foi além, e uma pane elétrica fez com que o dispositivo parasse de funcionar a partir dos 30 minutos do segundo tempo.

No Campeonato Mineiro, sobrou até palavrão para falar da arbitragem. O Cruzeiro fez 2 a 1 no Atlético-MG, e o volante Elias, do Galo, reclamou da expulsão de Adilson e do lance do segundo gol dos cruzeirenses, quando a bola toca em Marquinhos Gabriel antes de sair. A arbitragem de Wagner do Nascimento Magalhães marcou escanteio para o time celeste, dando origem à jogada do gol de Léo.

"Esperamos que os árbitros venham aqui e não façam estas besteiras. Para mim, no lance do Léo, a bola era nossa. Depois, ele expulsou o Adilson e viu briga com o Henrique. Então, era para expulsar ele [Henrique]. Aí vem o juiz de fora, faz esta merda e volta para a sua casa", declarou. Já o diretor de futebol do Atlético-MG, Rui Costa, ainda se queixou da não marcação de um suposto pênalti de Dedé em Igor Rabello.

Do outro lado, o técnico do Cruzeiro, Mano Menezes, acredita que o gol de Fred, que seria o terceiro de seu time, deveria ser validado. No lance, Egídio cobrou escanteio, e a bola bateu no braço do atacante antes de superar o goleiro Victor.

"Acho que bateu na mão do Fred, mas não foi proposital. Acho que o gol não deveria ser invalidado. Naquela hora, nós vivenciamos pela primeira vez a experiência de ter um gol anulado após a comemoração, o estádio incendiou, mas o gol foi anulado", disse.

No Campeonato Gaúcho, Grêmio e Inter não saíram do 0 a 0 e teve queixa contra a arbitragem de Leandro Vuaden. O vice de futebol do Inter, Roberto Melo, reclamou do técnico rival, Renato Gaúcho, por ter discutido com Cuesta e pela não expulsão do atacante André.

"Não sei para que serve o VAR. Se num lance que o VAR chama o juiz, não sei o que ele vai fazer ali, se ele acha que aquele lance não era para expulsão... O André dá uma cotovelada no Moledo. Para ele, só com tiro que talvez seja lance de expulsão. Não dá para entender aquela papagaiada. Ir até lá e não expulsar o jogador, ver o lance 10 vezes e não expulsar", disse Melo.

"Acho que a Federação (Gaúcha de Futebol) e a Comissão de Arbitragem, não precisam mais trazer quarto e quinto árbitro. Deixa o Renato fazer o que quiser. Ele faz o que quiser, pode tentar invadir nosso vestiário (no Gre-Nal do ano passado), invade o campo. E a equipe de arbitragem permite. O árbitro morre de medo dele (Renato)", acrescentou.

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