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De acordo com o governador, as novas regras começarão a valer a partir deste sábado (7)
De acordo com o governador, as novas regras começarão a valer a partir deste sábado (7)
Foto: Sergio Andrade/Governo do Estado de São Paulo

Doria sanciona Previdência e prevê economia de R$ 58 bilhões em 15 anos

Na cerimônia de sanção nesta sexta (6), o governador destacou que a Alesp fez justiça, aprovando a matéria, mesmo sob pressão do funcionalismo

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), sancionou, nesta sexta-feira (6) a nova Previdência paulista, que entra em vigor imediatamente. Na cerimônia de sanção, o governador destacou que a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) fez justiça, aprovando a matéria, mesmo sob pressão do funcionalismo. Isso porque, na sua avaliação, as novas regras previdenciárias do funcionalismo paulista serão fundamentais "para evitar a falência e o caos desse sistema".

Doria disse que a economia prevista com a medida será de R$ 58 bilhões em 15 anos.

Segundo ele, esses recursos serão destinados para áreas como educação, saúde, saneamento e segurança pública, beneficiando a população mais carente.

A medida foi aprovada em segunda votação na terça-feira (3) na Alesp, por 59 votos a 32, num clima de confronto dos servidores com a tropa de choque da Polícia Militar.

A nova Previdência paulista estabelece uma idade mínima para aposentadoria, de 62 anos para mulheres e 65 para os homens, acaba com o recebimento de adicionais por tempo de serviço e proíbe a acumulação de vantagens temporárias - como o recebimento de valores adicionais na aposentadoria por ter exercido cargos de chefia no serviço público.

Para professores, a idade mínima de aposentadoria agora é de 51 anos para mulheres e 56 para homens.

Policiais civis e agentes penitenciários, de ambos os sexos, devem se aposentar a partir dos 55 anos.

Os militares não foram incluídos na proposta.

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