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Quinta, 09 Agosto 2018 18:30

Em um mês, 187 pessoas morreram de gripe no estado de São Paulo

Número de vítimas em julho é quase igual ao registrado durante todo o primeiro semestre do ano; 393 pessoas já morreram em 2018
As mortes em razão da doença praticamente dobraram em relação ao ano passado inteiro, quando ocorreram 200 casos em São Paulo As mortes em razão da doença praticamente dobraram em relação ao ano passado inteiro, quando ocorreram 200 casos em São Paulo Thiago Neme/Gazeta de S.Paulo
Por Folhapress

O número de mortos por gripe no estado de São Paulo em julho foi quase igual ao registrado durante todo o primeiro semestre de 2018. Entre os dias 23 de junho e 24 do mês passado foram registradas 187 óbitos. No primeiro semestre, foram 206 casos – na soma de 2018 inteiro, já são 393 vítimas.

As mortes em razão da doença praticamente dobraram em 2018 em relação ao ano passado inteiro em São Paulo, quando ocorreram 200 casos. Os dados são do CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica), órgão ligado à Secretaria da Saúde do governo paulista.

Apesar da alta, eles ainda estão distantes do patamar de 2016, quando houve um pico de gripe – naquele ano, entre janeiro e agosto, São Paulo teve 4.842 casos e 775 mortes.

O vírus, segundo especialistas, tem intensidade diferente a cada ano, com mutações diversas. Se em 2017 a temporada de gripe foi mais tímida, neste ano ela retomou com mais força, embora inferior ao que registrado dois anos atrás.

Neste ano, as mulheres representam 47% das vítimas no estado de São Paulo, sendo que três gestantes morreram.

Os idosos (a partir de 60 anos) fazem parte de um grupo bastante atingido, figurando em 41% dos casos. Outro dado ligado ao perfil das vítimas é que 65% apresentaram algum fator de risco, como outras doenças. Dos mortos, 11% tomaram a vacina.

“Em 2018, temos temperaturas baixas em períodos mais tardios, correspondendo com aumento de casos em julho”, afirma Regiane de Paula, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica. “Entretanto, sobre o acréscimo em relação a 2017, tem a ver mais com a sazonalidade do vírus nos últimos anos”, diz ela.

A análise da diretora do CVE é compartilhada por Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações. “A cada ano o vírus se comporta de um jeito, tendo muitas variações e causando mais ou menos mortes por diversos fatores”, diz Kfouri.

Em 2018, o subtipo H1N1 é o que mais está matando no estado de São Paulo. Ele foi responsável por 287 vítimas.

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