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Skaf fala em levar 'padrão Sesi' às escolas de SP

Candidato do MDB ao governo de São Paulo, Skaf prometeu levar o "padrão Sesi" às escolas públicas estaduais e que vai reorganizar as polícias Da Reportagem De São Paulo

O candidato Paulo Skaf (MDB), ao governo de São Paulo, disse em entrevista ao SPTV da ‘TV Globo’, na sexta-feira, que se for eleito irá levar o “padrão Sesi” às escolas públicas estaduais. Skaf também prometeu que não vai aumentar impostos e que vai reorganizar as polícias.

Presidente licenciado da Federação das Indústrias do estado de São Paulo (Fiesp), o candidato prometeu que fará mudanças no sistema da educação do Estado e que unidades terão o padrão Sesi de ensino. “De uma forma gradual. Esse é um plano de estado, e não de governo. Você não faz uma transformação em um ano, é um programa de dez anos. Tudo vai virar padrão Sesi/Senai, mas não de uma forma de uma hora para outra, mas de uma forma gradual”, disse.

Na área da segurança, Skaf pretende reorganização das polícias, retomada dos presídios e atualização da lei penal. “A Polícia Civil está abandonada”, afirmou, acrescentando que pretende investir em “tecnologia, completar quadros, entrosamento entre a PM e a Polícia Civil e a Científica, em
inteligência”.

Sobre a lei penal, o candidato disse que pretende analisar as saídas temporárias e a redução de pena.

Na questão dos impostos, Skaf afirmou que não irá diminuir o IPVA, mas facilitar o pagamento, dividindo em até seis vezes. Segundo ele, a não diminuição ocorre porque prefeituras dependem do imposto. O candidato também prometeu que não vai mexer nos valores dos impostos e disse que irá combater a sonegação e a corrupção para gerar receita. “Em hipótese nenhuma aumentarei impostos”, afirmou.

Doação de campanha

Durante a entrevista, Skaf foi questionado sobre delatores que disseram que Temer, também do MDB, pediu dinheiro para sua campanha em 2014. O candidato negou. “Em 2014, a minha campanha teve quase 500 doadores, e todos os doadores foram pedidos por nós. Nunca pedi e nunca houve interferência do presidente Temer em momento nenhum a pedir um tostão para a nossa campanha”.

Segundo ele, não houve interferência de Temer e que “todos os doadores eram “pessoas físicas e jurídicas, que doaram oficialmente, declarado”.

Sobre a delação do publicitário Renato Pereira, que disse que Skaf direcionou licitação do Sesi e do Senai para que a empresa dele fizesse promoção política disfarçada, visando a atual campanha, o candidato também negou as acusações e disse que é uma “tremenda mentira”.

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