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Estado tem 18 candidatos para duas vagas no Senado

Na terceira parte do “Álbum das Eleições 2018”, a Gazeta apresenta os 18 candidatos que disputam o Senado Federal por São Paulo Da Reportagem De São Paulo

No próximo dia 7 de outubro, os eleitores paulistas elegerão dois representantes para o Senado Federal do Brasil. Na terceira parte do “Álbum das Eleições 2018”, a Gazeta apresenta os 18 postulantes com candidatura deferida na disputa pelos mais de 33 milhões de votos do Estado de São Paulo.

A instituição, chamada de câmara alta – já que no poder legislativo bicameral brasileiro existe também uma câmara baixa, que é a dos Deputados –, funciona hora como casa legislativa, hora como assembleia deliberativa.

A ideia desse tipo de instituição surgiu na Roma Antiga, quando era então chamado de “conselho de anciões”. Naquela época, o significado de senado dizia respeito a uma organização social formada por homens mais velhos, que eram as pessoas que poderiam participar das deliberações e que detinham os poderes legislativos e consultivos.

A ideia daquela cidade-estado da Antiguidade Ocidental não diverge muito da realidade brasileira. A última legislatura do Senado Federal do Brasil somou média de idade de 60,5 anos. São 70 homens e 11 mulheres, sendo que apenas sete deles são negros.

Cada estado brasileiro e o Distrito Federal contam com três representantes entre os 81 senadores. Além das lideranças do governo e de cada partido, o Senado possui também lideranças do bloco parlamentar da maioria, da minoria e de apoio ao governo. O Senado conta ainda com funcionários terceirizados e servidores de carreira, cuja soma de custos é de R$ 1,5 bilhão por ano.

Debate

Na última terça-feira, a Faculdade de Direito do Largo São Francisco sediou um debate de propostas entre candidatos ao Senado por São Paulo.

Nivaldo Orlandi (PCO) usou seu tempo de apresentação para pedir Lula candidato. Eduardo Suplicy (PT) fez votos de que o ex-presidente seja considerado inocente na Justiça. Silvia Ferraro (PSOL) classificou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff como golpe e gritou pela derrota de Jair Bolsonaro (PSL).

Questões polêmicas como aborto e descriminalização de drogas tiveram relativo consenso durante o debate do qual também participaram Antônio Neto (PDT), Cidinha (MDB), Diogo da Luz (Novo), Moira Lázaro (Rede) e Mancha (PSTU).

O debate teve algumas provocações entre os candidatos. Mancha afirmou que Cidinha parece ser bem intencionada mas pertence ao MDB, partido do presidente Michel Temer. Ela respondeu que Temer não é candidato a nada e pediu que o adversário restringisse suas menções a ela própria. Sem apresentar provas nem qualquer embasamento, Nivaldo acusou Diogo da Luz de ser sonegador.

Segundo o Ibope, Suplicy é o líder nas pesquisas de intenção de votos em São Paulo, com 31%. Os outros candidatos que aparecem em seguida nas pesquisas são Mário Covas (Podemos), com 19%, Major Olímpio (PSL), com 11%, e Mara Gabrilli (PSDB), com 9%.

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