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Segunda, 01 Outubro 2018 17:52

“Segurança é a maior preocupação do povo”, diz Major Olímpio

Em visita à redação da Gazeta, Major Olimpio afirmou que a segurança pública será prioridade caso seja eleito no próximo domingo
"O PCC tem lucro de 16 milhões por mês. Poucas empresas conseguem ter essa lucratividade”, afirmou Olímpio "O PCC tem lucro de 16 milhões por mês. Poucas empresas conseguem ter essa lucratividade”, afirmou Olímpio Thiago Neme/Gazeta de S.Paulo
Da Reportagem
De São Paulo

Candidato ao Senado pelo PSL, Major Olímpio tem como principal bandeira a segurança pública, tema que garante ser a principal preocupação do cidadão brasileiro. “Quando se pergunta qual é a pior prestação de serviço público, dá a saúde. Mas quando a questão é sobre qual é a maior preocupação, a resposta é a segurança pública, disparado. A segurança é a maior preocupação do povo”, afirma.

Em visita à redação da Gazeta na tarde desta segunda-feira (1º), o policial militar desde 1978, deputado federal e coordenador da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República falou principalmente das suas propostas para a segurança - não poupou críticas ao ex-governador de São Paulo e atual candidato à presidência, Geraldo Alckmin (PSDB) - e sobre a importância da diminuição do estado na área econômica.

De acordo com o major, Alckmin maquia os números relativos à sua gestão para parecer que São Paulo tem menos crimes, principalmente os contra a vida, do que realmente ocorrem no Estado.

“Alckmin mente de uma forma flagrante. Quando ele diz que diminuiu o número de assassinatos para baixo de 10 por cem mil habitantes é porque não contabiliza as mortes por latrocínios, que é registrado como crime patrimonial. Para ele, aquela morte não existiu. Tiram-se 900 mortes por ano no estado de São Paulo por latrocínio”.

Ele afirma que há outras situações semelhantes, como em casos de lesão corporal seguida de morte. “Fica registrado apenas como lesão corporal”, diz.

Para melhorar a segurança pública, uma das propostas defendidas pelo candidato é a de desenvolver a comunicação unificada entre as diferentes forças policiais. “Se tiver uma viatura da Polícia Militar trocando tiros com marginais e na outra quadra tiver uma viatura da polícia civil, o rádio de um não fala com o do outro, nem para pedir socorro. É preciso tecnologia para unificar. A segurança pública brasileira não faz isso”, lamenta.

Crime organizado

Major Olimpio defende que uma das formas mais eficientes para combater o crime organizado é mapear o caminho do dinheiro ilegal. “O PCC tem lucro de 16 milhões por mês. Poucas empresas conseguem ter essa lucratividade. Noventa por centro é do tráfico de drogas. Onde está esse dinheiro? Na cela do Marcola, líder do PCC preso há 13 anos, ou nos grandes escritórios, com dinheiro sendo lavado por próceres da sociedade?”.

“Nós vamos interligar a receita federal, a receita dos estados e dos municípios. Nós vamos rastrear tudo isso, e de forma sistematizada”, explica.

Entre as outras propostas para o setor, o candidato também é a favor da diminuição da maioridade penal e da revogação do estatuto do desarmamento.

Estado menor

O candidato ao Senado tem ideias convergentes às de Bolsonaro em relação a haver a necessidade de diminuir o tamanho do estado e incentivar a iniciativa privada.

“Nós temos 155 estatais federais. Só sete delas são superavitárias, e cinco são bancos. São elas BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco do Nordeste e Banco de Brasília, mais a Embrapa, da agricultura, e a Casa da Moeda. Já 148 são deficitárias, ou seja, dão prejuízo. Conseguimos que no Brasil dê prejuízo [em setores como] petróleo, energia, saneamento, água e lixo”.

Olimpio refuta a ideia de que Bolsonaro é contra o direito das mulheres e de minorias. Houve, no último sábado (29), manifestações em várias cidades brasileiras contra o candidato do PSL à presidência – e, no dia seguinte, outras várias à favor.

“Tem se feito uma propaganda criminosamente injusta contra Jair Bolsonaro dizendo que ele é misógino, que não gosta das mulheres, que ele quer que os idosos se danem, que não quer proteger as crianças, que é contra os índios, que é contra os negros”, defende.

Ele também afirmou que haverá, em caso de vitória do Bolsonaro, maior proteção às mulheres. “O estado é sem estrutura para dar amparo e condição para a mulher agredida. Ela é espancada, faz o registro policial, e quando volta para a casa é espancada de novo. Nós vamos lutar muito para ter recurso para dar garantia à mulher, à criança e ao idoso”.

Por fim, o candidato prometeu dar atenção especial à criação de políticas em benefício às pessoas com necessidades especiais.

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