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França arranca na reta final, passa Skaf e disputa segundo turno com Doria em SP

Com crescimento acentuado nos últimos dias sobre indecisos e fazendo campanha por um voto útil de centro-esquerda contra um segundo turno entre Doria e Skaf, o governador conseguiu superar o candidato do MDB. Por Folhapress

O segundo turno da eleição para o governo de São Paulo será disputado entre João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB), segundo projeção do Datafolha.

Às 21h30 deste domingo (7), com 98,28% das urnas apuradas, Doria liderava com 31,8%, seguido de França, com 21,5%.

Paulo Skaf (MDB), que disputou voto a voto com França, estava com 21,1%, em terceiro lugar. Ele passou boa parte da apuração à frente de França.

A diferença entre o emedebista e o pessebista foi de cerca de 70 mil votos. São Paulo tem mais de 33 milhões de eleitores.

Doria já tinha 6.318.710 votos, contra 4.272.706 de França e 4.202.013 votos de Skaf.

Com crescimento acentuado nos últimos dias sobre indecisos e fazendo campanha por um voto útil de centro-esquerda contra um segundo turno entre Doria e Skaf, o governador conseguiu superar o candidato do MDB.

França assumiu o governo em abril após Alckmin deixar o cargo para disputar a Presidência da República.

A virada de França sobre Skaf foi recebida em clima de festa por seus apoiadores.

O relógio marcava 18h45 quando um homem entrou no salão do Palácio do Trabalhador, sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, na capital, e gritou: "Ele passou!".

Foi o início de uma comemoração como a de um gol decisivo no último minuto.

Faltando pouco mais de 20% das urnas a serem apuradas, o governador havia acabado de assumir o segundo lugar na disputa estadual.

Por volta das 20h45, rojões marcavam a comemoração do time de França.

"São Paulo avança, governador é Márcio França", cantavam os militantes.

O governador assistiu à apuração no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Só iria mais tarde para o sindicato encontrar a militância e conceder entrevista.

Antes de comemorar, o atual governador, candidato à reeleição, foi à casa de Alckmin, para cumprimentá-lo. O tucano ficou em quarto lugar na disputa presidencial.

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