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Equipe vai acompanhar investigação sobre tiroteio

O Ministério Público designou uma equipe para acompanhar investigação de tiroteio entre policiais paulistas e mineiros Da Reportagem De São Paulo

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) designou uma equipe para acompanhar a investigação do tiroteio entre os policiais civis de São Paulo e os de Minas Gerais, na última sexta-feira (19). A equipe será formada por promotores e integrantes do Grupo Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

O tiroteio terminou com a morte de um policial. Seis pessoas foram presas, entre elas quatro policiais paulistas. Na operação foram apreendidos mais de R$ 14 milhões - a maioria em nota falsas - em um dos carros relacionados ao grupo que estava no estacionamento do hospital onde ocorreu o crime. Além das malas com dinheiro, foram apreendidos armas, cartuchos, carros e distintivo.

Até agora, a linha de investigação aponta que os agentes davam cobertura a uma transação possivelmente ilegal entre dois empresários. O empresário Flávio Guimarães, envolvido no tiroteio, afirmou na segunda-feira, ter sido vítima de um ‘golpe’ após pedir um ’empréstimo’ ao doleiro Antônio Vasconcelos. Em depoimento à Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, ele negou que iria trocar dólares pelos R$ 15 milhões que lhe foram oferecidos pelo doleiro e que eram compostos, em parte de notas falsas.

O empresário ainda negou que a operação tenha ligação com caixa dois para campanhas políticas. De acordo com as investigações, Guimarães contratou policiais de São Paulo para acompanhá-lo em uma transação financeira em Juiz de Fora (MG), neste domingo, 21. O negócio envolveria a troca de dólares por R$ 15 milhões com o doleiro Antonio Vasconcelos.


*Com informações do Estadão Conteúdo

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