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TJ-SP pode contratar 700 servidores de tecnologia

Na terça-feira (9), o CNJ manteve os efeitos da liminar que proibiu o contrato do TJ-SP com a Microsoft para o desenvolvimento da Plataforma de Justiça Digital Por Estadão Conteúdo

O desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), alertou que a Corte terá que contratar mais de 700 servidores de TI se o projeto Plataforma de Justiça Digital não avançar.

"Nosso prazo está se exaurindo, 2020. Se tivermos que implementar o PJe, sistema que não tem condições de abarcar o volume de processos de São Paulo, será necessária a contratação de mais 700 servidores para a TI", declarou Calças, depois que o plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por maioria de votos, manteve, em parte, os efeitos da liminar que proibiu o contrato do TJ-SP com a Microsoft para o desenvolvimento da Plataforma.

Na decisão de terça (9), os conselheiros acompanharam o voto do relator Márcio Schiefler, que manteve a vedação da contratação da empresa americana ao preço de R$ 1,3 bilhão, antes de uma decisão final do Plenário do CNJ, e permitiu a continuidade dos estudos técnicos na forma do voto do relator.

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