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Cinco mulheres são assassinadas em menos de uma semana no Estado de SP

Três mulheres foram vítimas de feminicídio na capital e outra em Tabatinga. Um quinta mulher foi encontrada assassinada em Campinas, às margens de um lago Por Folhapress De São Paulo

Cinco mulheres foram mortas e uma ferida nos últimos cinco dias, entre quinta-feira (25) da semana passada e esta segunda-feira (29), na capital paulista e no interior do estado.

Quatro acusados, sendo três ex-companheiros das vítimas, foram presos. A defesa deles não foi encontrada pela reportagem.

Três mulheres foram vítimas de feminicídio (quando ela é morta pelo fato de ser mulher) na capital e outra em Tabatinga (332 km de SP). Um quinta mulher foi encontrada assassinada em Campinas (93 km de SP), às margens de um lago.

No domingo (28), a operadora de caixa D.P. da T., 24 anos, foi encontrada morta em um terreno baldio, em Perus (zona norte). Segundo a polícia, ela estava grávida do suspeito de a matar.

A polícia informou que o ex-companheiro da recepcionista D. de J.M., 38, foi preso acusado de matar a vítima, dentro da casa dela na Vila Matilde (zona leste). Um amigo do acusado também foi detido, acusado de retirar objetos da casa da vítima.

Ainda domingo, o ex-companheiro da operadora de caixa R.C.C., 42, foi preso acusado de a matar em Parelheiros (zona sul).

O Agora, do Grupo Folha de S.Paulo, publicou que na quinta-feira, um comerciante de 37 anos matou a ex-mulher, o filho dela e em seguida se suicidou em Tabatinga (332 km de SP).

Em Campinas, uma mulher não identificada foi encontrada morta a facadas, às margens de um lago. O caso foi registrado pela polícia como "homicídio simples".

Um agente da GCM (Guarda Civil Metropolitana) de 38 anos é acusado de atirar contra a mulher de 36 anos, também GCM, e em seguida disparar contra a própria cabeça, por volta das 14h30 desta segunda-feira (29) na Brasilândia (zona norte). O crime ocorreu em frente às duas filhas do casal, 16 e 19 anos. A adolescente disse à polícia que o pai e a mãe discutiram e, por isso, o guarda atirou contra a companheira. O motivo da briga não foi informado. O estado de saúde do casal é considerado grave.

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