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Condomínio abate capivaras para evitar febre maculosa no interior de SP

O animal é hospedeiro do carrapato-estrela, transmissor da doença, através da bactéria Rickettsia. Até quarta (19), ao menos 30 capivaras jovens e adultas já tinham sido mortas Por Estadão Conteúdo

Depois da morte de um morador pela febre maculosa, em 2018, um condomínio residencial foi autorizado pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado a abater capivaras, em Itatiba, interior de São Paulo. O animal é hospedeiro do carrapato-estrela, transmissor da doença, através da bactéria Rickettsia.

Até quarta (19), ao menos 30 capivaras jovens e adultas já tinham sido mortas. O abate causa polêmica entre os moradores e é criticado por ambientalistas, que defendem outras formas de controle do carrapato. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu informações à pasta. O MP-SP informou que a representação contra o abate de capivaras foi protocolada no dia 27 de maio e está em andamento.

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