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Pão francês segue como dúvida comum para quem busca alimentação equilibrada | Freepik
O pão francês, presença diária nas mesas brasileiras, especialmente no café da manhã, continua no centro de uma discussão frequente entre quem busca uma alimentação equilibrada.
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Afinal, o tradicional “pãozinho” é um vilão da dieta ou pode ser consumido sem culpa?
Segundo a médica nutróloga Isolda Prado, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), o pão francês pode integrar uma rotina alimentar saudável desde que a quantidade seja adequada ao perfil de cada pessoa.
“Ele não é um vilão. O problema está no excesso e no contexto geral da dieta”, afirmou ao portal Terra.
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Produzido basicamente com farinha de trigo refinada, água, fermento e sal, o pão francês é uma fonte de carboidrato de rápida absorção. Por isso, tende a elevar rapidamente os níveis de glicose e insulina no sangue.
Para a especialista, esse processo pode reduzir a saciedade e estimular a fome mais cedo quando o pão é consumido isoladamente, sem acompanhamentos que promovam equilíbrio nutricional, como proteínas ou fibras.
Ainda assim, o alimento não precisa ser eliminado. Ajustes simples, como combiná-lo com ovos, queijos magros ou pastas ricas em proteínas, ajudam a diminuir o impacto glicêmico e prolongam a saciedade, permitindo que o clássico pãozinho continue na rotina de forma moderada.
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Com escolhas equilibradas, o pão francês segue como opção possível no café da manhã, sem comprometer a saúde e sem causar culpa desnecessária.
**Texto com informações do portal Terra.
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