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Existem alguns bairros em São Paulo que são mais perigosos que outros, saiba quais | Foto: Youtube/Reprodução
Mesmo com a queda histórica nos homicídios, a violência ainda impacta de forma desigual diferentes regiões de São Paulo. Um levantamento recente do Índice de Exposição aos Crimes Violentos (IECV) mostra quais bairros seguem no topo do ranking de perigo.
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O estudo considera dados de homicídios, estupros, roubos e furtos e revela que três dos cinco bairros mais críticos estão na Zona Sul da capital. Confira o panorama completo e entenda como o índice é calculado.
O Capão Redondo, na Zona Sul, aparece como o bairro com maior exposição a crimes violentos, segundo o IECV 2022-2023. A região carrega um histórico de altos índices de criminalidade desde os anos 1990, quando integrava o chamado “triângulo da morte” paulista.
Apesar de ações de policiamento e da queda geral nos homicídios em parte da cidade, o bairro ainda registra números elevados de roubos e furtos. O crescimento de crimes praticados por motociclistas é um dos pontos que mais preocupam moradores.
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Em 2024, mesmo com reforços no patrulhamento, o Capão Redondo continuou figurando entre as áreas com maiores desafios de segurança, especialmente no entorno de vias de grande circulação e áreas comerciais.
Pontos de grande circulação, como a região da Catedral, atraem tanto turistas quanto criminosos especializados em furtos rápidos.
Dados da Secretaria de Segurança Pública indicam que apenas a área próxima à Praça da Sé registrou milhares de ocorrências de roubo em um único ano, liderando a série histórica.
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Mesmo com a redução geral da criminalidade na capital, a Sé segue exigindo atenção redobrada de pedestres, principalmente em horários de pico e em áreas com grande fluxo de transporte público.
O Campo Limpo, também na Zona Sul, aparece entre os bairros mais perigosos devido ao alto volume de roubos e assaltos, muitos cometidos por criminosos em motos, que facilitam fugas rápidas.
A infraestrutura da região, com shoppings, terminais de ônibus e estações de metrô, aumenta a circulação de pessoas e, ao mesmo tempo, a exposição a crimes de oportunidade. Esse fluxo intenso cria um ambiente propício para furtos e abordagens.
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Além da violência urbana, o bairro ainda enfrenta riscos geológicos em períodos de chuva, o que agrava a sensação de insegurança dos moradores.
O bairro da República, no Centro, é um dos pontos mais movimentados da capital, fator que impulsiona a economia, mas também favorece a ação de criminosos especializados em furtos a pedestres.
A proximidade de estações de metrô facilita rotas de fuga, enquanto a grande circulação de turistas, trabalhadores e estudantes cria oportunidades constantes para crimes rápidos, sobretudo envolvendo celulares.
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Durante a noite, a diminuição do movimento e a presença de usuários de drogas ampliam a percepção de insegurança. A recomendação principal é evitar o uso ostensivo de objetos de valor em vias públicas.
O Jardim Herculano, na Zona Sul, figura entre os bairros mais perigosos por reunir áreas densamente povoadas, pontos de difícil vigilância e acesso rápido a grandes vias.
Esse conjunto de fatores torna a região estratégica para o tráfico de drogas, o que acaba impulsionando crimes secundários, como roubos, assaltos e disputas entre grupos criminosos.
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Os crimes de oportunidade também são comuns, sobretudo em ruas com pouca iluminação e baixa presença do poder público, o que reforça a sensação de insegurança entre os moradores.
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