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O levantamento do Sebrae-SP considera MPEs empresas da indústria e da construção civil com até 99 funcionários
O levantamento do Sebrae-SP considera MPEs empresas da indústria e da construção civil com até 99 funcionários
Foto: AGÊNCIA BRASIL

ABC registra 11 mil vagas em pequenas empresas

As MPEs criaram 11.064 postos formais de janeiro a novembro deste ano na região, enquanto as médias e grandes fecharam 1.262 no mesmo período

As micro e pequenas empresas têm sustentado a geração de empregos com carteira assinada no ABC em um mercado de trabalho pressionado pela atividade econômica fraca. Prova disso é que as MPEs criaram 11.064 postos formais de janeiro a novembro deste ano na região, enquanto as médias e grandes fecharam 1.262 no mesmo período.

Os dados integram estudo realizado pelo escritório paulista do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP), com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

O levantamento do Sebrae-SP considera MPEs empresas da indústria e da construção civil com até 99 funcionários, bem como micro e pequenos negócios da agricultura, do comércio e dos serviços com até 49. Não foram incluídos dados da administração pública.

Ainda segundo o estudo, o saldo entre admissões e demissões nas MPEs do ABC de janeiro a novembro de 2019 é 9,6% maior que o apurado em igual período do ano anterior.

"Quem vai gerar os empregos de que o país precisa não serão os gigantes, mas sim as micro e pequenas empresas, que contratam ou transformam desempregados em empreendedores. Os números mostram a força dos pequenos negócios", comentou o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Wilson Poit.

No corte por setores, o estudo mostra abertura de postos de trabalho nas MPEs dos serviços (6.800 vagas), da construção civil (1.424) e do comércio (2.677), enquanto as micro e pequenas empresas da indústria mais demitiram do que contrataram.

O saldo acumulado de 2019 tende a cair quando forem contabilizados os dados de dezembro - que, historicamente, é um mês de demissões, porque as empresas dispensam os funcionários temporários contratados para o final do ano.

*Com informações do Diário do Regional

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