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Em Taboão, Geraldo Alckmin participou de uma reunião com o prefeito Aprígio (Podemos)
Em Taboão, Geraldo Alckmin participou de uma reunião com o prefeito Aprígio (Podemos)
Foto: Ian Freitas/PMTS

Eleições: Alckmin visita Taboão da Serra na Grande São Paulo

O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, intensificou uma série de visitas a gabinetes de prefeitos em busca de apoio para se candidatar ao Palácio dos Bandeirantes nas eleições de 2022

O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), intensificou uma série de visitas a gabinetes de prefeitos em busca de apoio para se candidatar ao Palácio dos Bandeirantes nas eleições de 2022. Nesta quarta-feira (7) Alckmin estava em Taboão da Serra, na região sudoeste da Grande São Paulo.

Em Taboão, Geraldo Alckmin participou de uma reunião com o prefeito Aprígio (Podemos). Já na semana passada, o tucano esteve com o prefeito de Ribeirão Pires, Clovis Volpi (PL). Os dois tomaram um café na capital paulista.

De acordo com o jornal “Metrópoles”, o circuito de prefeituras se iniciou há dois meses e Geraldo passou a marcar reuniões em simples padarias municipais. Por dia, o ex-governador costuma agendar de dois a três encontros. A expectativa é de que Alckmin concorra às eleições estaduais no próximo ano em outro partido.

Nesta semana, a Gazeta publicou uma pesquisa que aponta Geraldo Alckmin como o preferido do eleitor paulista para as eleições ao Governo de São Paulo de 2022 no cenário em que conta com Guilherme Boulos (PSOL), Fernando Haddad (PT), Márcio França (PSB) e Paulo Skaf (MDB). Os números são da pesquisa Govnet/Opinião Pesquisa.

Alckmin vence os adversários em quase todos os panoramas. Na situação em que não haveria a participação de Márcio França, porém, Haddad chega numericamente à frente do tucano. Em outros dois cenários sem Alckmin o petista também lidera a corrida. Boulos está na dianteira da preferência eleitoral em uma situação: caso Alckmin e Haddad não participem da disputa.

Por outro lado, Haddad lidera a rejeição dos paulistas. Na sequência, os que sofrem maior rejeição são Alckmin, Boulos e Skaf.

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